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quarta-feira, 15 de maio de 2013

Adolescente raptada na porta de casa é encontrada

O ex-namorado da adolescente, identificado como “Toty", e suspeito de praticar o crime, está foragido.
 
SÃO LUÍS - A adolescente Bárbara Wilma Alves Ferreira da Silva, de 14 anos, que foi levada da porta de casa na noite desta segunda-feira (13), já foi encontrada. Segundo informações da Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA), a adolescente foi deixada dentro de um táxi. Em entrevista ao portal Imirante, a mãe da adolescente, Cristiana de Melo, confirmou que a filha sofreu violência sexual.

Cristina relatou ainda que, ao ser encontrada, próximo a uma boate no bairro onde moram, por volta das 16h desta terça-feira (14), Bárbara chorava e não falava com clareza. Após encaminhada para a DPCA, onde foi ouvida pela delegada, Bárbara passou por exame de corpo de delito, no Instituto Médico Legal (IML). Foram identificadas lesões no corpo da adolescente, além de manchas de sangue nos trajes da vítima, que deverão ser examinados.

O ex-namorado de Bárbara, Jordejan Carvalho de Oliveira, conhecido como “Toty", e suspeito de praticar o crime, está foragido. Há a suspeita de que o raptor tenha se desesperado com a repercussão do caso e tenha decidido, por conta própria, libertar a vítima.

Entenda o caso

Bárbara Wilma Alves Ferreira da Silva foi levada da porta de casa. Cristiana de Melo Alves, informou que Bárbara estava na porta de casa, no bairro do Parque Vitória, atendendo a uma ligação quando foi abordada por "Toty", que a teria colocado em um carro e sumido com a jovem.

De acordo com Cristiana, a adolescente teria namorado com o acusado e ao descobrir que ele era traficante de drogas resolveu terminar o namoro. Inconformado com a situação, o jovem decidiu raptar Bárbara.

Ministério Público vistoria Hospital Socorrão II

Glória Mafra, promotora especializada na defesa da saúde, verificou as condições do serviço prestado naquela unidade de saúde
A promotora de Justiça Glória Mafra, titular da 2ª Promotoria de Justiça Especializada na Defesa da Saúde da capital, vistoriou durante toda a manhã de ontem o Hospital Municipal de Urgência e Emergência Dr. Clementino Moura (Socorrão II), na Cidade Operária, para verificar as condições do serviço prestado à população. Entre os problemas constatados, estão a sobrecarga de trabalho para os funcionários, atrasos na entrega de alimentos na unidade de saúde, além do grande ...

Máximo Moura é condenado a 29 anos de prisão

Ele foi um dos acusado de ter executado o delegado Stênio Mendonça, no dia 25 de maio de 1997.
SÃO LUÍS – Na manhã, desta terça-feira (14), o comerciante Máximo Moura Lima foi julgado e condenado pelo 2º Tribunal de Júri há 29 anos e nove meses. Máximo, foi um dos acusado de ter executado o delegado Stênio José Mendonça, no dia 25 de maio de 1997, na Avenida Litorânea, em São Luís.

De acordo com as investigações, Máximo teria sido a pessoa designada para o monitoramento dos passos do delegado Stênio Mendonça e repassando as informações para os organizadores do crime, além de ter sido a pessoa que forneceu um dos veículos utilizados na ação criminosa, realizada no dia 25 de maio de 1997, na Litorânea. Na época, ele também foi citado no depoimento de Jorge Meris de Almeida, motorista de carreta que denunciou o crime, como a pessoa que forneceu o automóvel.

Na época, ele foi indiciado e teve prisão preventiva decretada. No entanto, ao ser preso, ele negou envolvimento no crime, ressaltando que poderia ser feita qualquer investigação em sua vida que nada seria encontrado que desabonasse a sua conduta.

Por força de um habeas corpus, Máximo Moura foi liberado e, desde essa época, estava desaparecido. Ele deveria ter sido julgado no dia 6 de março de 2002, no entanto, não compareceu ao Fórum Desembargador Sarney Costa, pois não teria sido encontrado a tempo pelos oficiais de Justiça encarregados de sua intimação. Um novo julgamento foi agendado, para o dia para o dia 30 de agosto de 2012, o qual não aconteceu. Já em março deste, outra sessão foi marcada, mas o advogado do réu alegou que não teve tempo suficiente para averiguar o caso.

De acordo com os relatórios das investigações, o crime foi cometido por uma organização criminosa responsável pelo roubo de cargas no Maranhão, e que estava sendo investigada pelo delegado.
Depois de 16 anos do crime, Máximo foi condenado há 29 anos e nove meses. O julgamento aconteceu, mesmo sem a presença do réu. O juiz responsável pelo caso, Gilberto de Moura Lima, já decretou a prisão preventiva do condenado que reside em Belém-PA. O mandado de prisão já foi encaminhandoà delegacia da POLINTER e à Comarca de Belém (PA), cidade de origem do réu. Máximo Moura responde a vários processos criminais na Justiça Estadual do Pará.

De acordo com informações da assessoria de Comunicação do Fórum Desembargador Sarney Costa, a esposa da vítima, Marília Mendonça, acompanhou o julgamento e foi ouvida em plenário, na condição de informante.

Entenda o caso

A morte de Stênio Mendonça aconteceu no calçadão na avenida Litorânea, quando a vítima se preparava para uma caminhada. Entre os envolvidos no caso, estavam o empresário Joaquim Felipe de Sousa, o Joaquim Laurixto, que foi condenado e assassinado em 29 de outubro de 2008; José Humberto Gomes de Oliveira, o Bel, (morto em uma chacina no interior do Estado); o ex-deputado José Gerardo de Abreu, que foi condenado; o ex-agente de polícia Jorge Silva Gabina; o delegado Luiz de Moura Silva, a também policial civil Ilce Gabina de Moura, mulher de Moura; e o empresário paulista William Sozza, que seria o chefe do Crime Organizado, também condenado.

Ismael Costa e Silva, o Roni, foi apontado como um dos matadores de Stênio e teria agido em companhia do cabo PM Cruz (que também estava na chacina do Bando Bel), e do pistoleiro José Rodrigues da Silva, o Zé Júlio (espécie de filho adotivo de Joaquim Laurixto). O processo inclui, ainda, o homem conhecido como Ismael. Máximo Moura é o último dos indiciados a ser julgado, quando a maioria já deixou a prisão.

Recompensa de R$ 5 mil é oferecida para quem informar paradeiro de assassinos

Homens são acusados de matar Nadson Maya, durante assalto em uma sucata no Maiobão.
 
SÃO LUÍS - Está sendo oferecida uma recompensa de R$ 5 mil para quem souber do paradeiro de Fábio Nascimento Pereira, de 36 anos e Everton Tadiello Matos Petrus, de 21. Eles são acusados de assassinar Nadson Maya Sousa, em novembro de 2012. Nadson Maya foi alvejado com dois tiros durante um assalto em uma sucata, no bairro do Maiobão. Ele chegou a ser socorrido, mas não resistiu aos ferimentos.
Há um mandado de prisão contra os acusados, expedido pela Juíza Jaqueline Reis Caracas, da Comarca de Paço do Lumiar. Fábio Nascimento e Everton Tadiello são conhecidos por cometer assaltos a estabelecimentos comerciais na região do Maiobão e Parque Vitória.
Quem tiver alguma informação sobre os suspeitos pode entrar em contato com o Disque-denúncia pelos telefones 3223-5800 (capital) ou 0300 313 5800 (interior). A identidade do denunciante é mantida em completo sigilo.

terça-feira, 14 de maio de 2013

Defesa de Gláucio Alencar e Miranda dispensa maioria das testemunhas

A defesa dos acusados como mandantes do assassinato do jornalista Décio Sá, Gláucio Alencar Pontes Carvalho e José de Alencar Miranda Carvalho, dispensou oito das nove testemunhas arroladas para prestar depoimento nesta segunda-feira (13), no quinto dia de audiências sobre o crime. Ao todo, 55 pessoas foram relacionadas para depor na fase de instrução do processo, que ocorre entre os dias 6 e 26 de maio, no Fórum Desembargador Sarney Costa, em São Luís.
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Advogado Adriano Cunha defende possíveis mandantes (Foto: Clarissa Carramilo/G1)
Entre os dispensados, estavam delegados e policiais que trabalharam no caso. Pela defesa, prestou depoimento somente um amigo de Gláucio, que frequentaria a mesma igreja evangélica do acusado. Com as dispensas, o promotor do Tribunal do Júri, Luís Carlos Duarte, aproveitou para interrogar uma testemunha de acusação que não pôde depor na semana passada, quando foram ouvidas outras 26 pessoas.
A testemunha é proprietária de uma pousada no Calhau, onde o acusado Elker Veloso, conhecido como Diego, ficou hospedado durante uma semana e meia. De acordo com ela, o hóspede teria recebido visitas do assassino confesso Jhonathan Silva, com quem saiu repetidas vezes. Diego foi preso em Divinópolis, em Minas Gerais, em junho do ano passado. Ele é suspeito de auxilar o assassino na logística do crime.
A dona do estabelecimento disse ainda desconhecer um trecho do depoimento constante no inquérito policial e que policiais mandaram que ela rasgasse a ficha de hospedagem referente à estada do acusado. É a quarta pessoa que nega parte de suas declarações e acusa a polícia de praticar coação.
Sobre as declarações das testemunhas que afirmam desconhecer trechos dos depoimentos prestados na delegacia, o sub-delegado geral de Polícia Cilvil, Marcos Affonso Junior, revelou que a polícia está tranquila quanto ao que está escrito porque todos os depoimentos estão filmados.
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Elker Veloso, o Diego, acusado de auxiliar assassino no crime (Foto: Biné Moraes)
A audiência marcada para amanhã (14) foi suspensa porque seria destinada à defesa do advogado Ronaldo Ribeiro, que teve o processo desmembrado pelo juiz da 1ª Vara do Tribunal do Júri de São Luís, Márcio Castro Brandão, após pedido de adiamento do advogado Aldenor Rebouças Júnior. Até sexta-feira (17), devem ser ouvidas as testemunhas das defesas dos 12 acusados.
Fase de instrução
Até sexta-feira (17), somente testemunhas de defesa devem ser ouvidas. A primeira semana de audiências foi reservada às testemunhas de acusação e a terceira será a vez dos acusados no processo. Terminada a fase de instrução, o MP-MA terá que apresentar alegações finais sobre cada um dos acusados. Feito isto, o juiz vai determinar se eles vão a júri popular. Caso contrário, os suspeitos podem ser absolvidos.
Entenda
Décio Sá foi atingido por cinco tiros quando estava em um bar na Av. Litorânea, em São Luís, por volta das 23h do dia 23 de abril do ano passado. O jornalista, que trabalhava na editoria de política do jornal O Estado do Maranhão e era responsável pelo Blog do Décio, morreu na hora.
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Gláucio Alencar em audiência sobre assassinato de Décio (Foto: Biné Moraes)
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Gláucio Alencar em audiência sobre assassinato de Décio (Foto: Biné Moraes)
De acordo com a polícia, Décio foi morto porque teria publicado em seu blog informações sobre o assassinato do empresário Fábio Brasil, envolvido em uma trama de pistolagem com os integrantes de uma quadrilha supostamente encabeçada por Glaucio Alencar e José Miranda, suspeitos também de praticar agiotagem junto a mais de 40 prefeituras no estado.

Segurança Pública recebera mais 211 veículos no MA

O Governo do Maranhão, por meio da Secretaria de Segurança Pública (SSP), entregará, nesta terça-feira (14), às 9h, no Quartel do Comando Geral da Polícia Militar (Calhau), mais 211 veículos, entre viaturas, motocicletas, ambulâncias, vans e micro-ônibus, para as polícias Civil, Militar e o Corpo de Bombeiros.


Também na solenidade serão formados 34 aspirantes que serão promovidos a segundo-tenente, o primeiro posto do quadro de oficiais da Polícia Militar do Maranhão. A turma passou 4 anos no Curso de Formação de Oficiais (CFO),

Dos 211 veículos, são 150 motocicletas, 25 Pajero Dakar, 16 Fiesta, 10 Vans Ducato, 02 Micro-ônibus, 01 L-200 Triton, 04 ambulâncias, 02 carros guincho com plataforma Ford 816 e um veículo Auto-Bomba Tanque (ABT).

Hoje, a frota de veículos da PM é a terceira mais nova do Brasil. Para aquisição dos veículos foram investidos recursos em torno de R$ 9,5 milhões, sendo R$ 7.490.250,00 dos cofres estaduais e R$ 1.288.000,00 resultantes de emendas parlamentares.

Cento e noventa veículos serão destinados à Polícia Militar, distribuídos entre os batalhões da capital e do interior. Já a Polícia Civil receberá 08 veículos para serem empregados nos trabalhos de investigação da Polícia Judiciária.

O Grupo Tático Aéreo (GTA) terá mais 03 unidades. Para o Corpo de Bombeiros serão 4 ambulâncias, sendo três para São Luís e uma para Imperatriz; 1 van e uma viatura ABT, com capacidade para 5 mil litros d’água cada; e a SSP ficará com dois micro-ônibus e uma van.

Preso homem acusado de abuso contra criança de 10 anos

REJO DE AREIA - Preso, no último fim de semana, Francisco Pereira de Ferro, conhecido como “Pantico”, de 49 anos. Segundo a polícia, ele é suspeito de abusar de uma menina de 10 anos, na cidade de Paulo Ramos.

Ele foi localizado escondido na residência de parentes na cidade de Brejo de Areia. Contra ele existe um mandado de prisão preventiva expedido pela juíza Sheila Silva Cunha, da Comarca de Paulo Ramos.

De acordo com informações policiais, o fato teria ocorrido no dia 16 de abril deste ano. Os pais da vítima, após tomarem conhecido do fato, se dirigiram à delegacia de Paulo Ramos e relataram o ocorrido.

A vítima contou que o suspeito teria oferecido carona no momento em que ela saía da escola. A criança contou ainda que teria aceitado o convite, pois, como ele era conhecido da família, não identificou nenhum problema.

As investigações apontaram que durante o trajeto, no povoado Alto dos Cearenses, naquele município, ao chegar em um trecho deserto, ele adentrou em um matagal, amordaçou a criança, amarrando também as mãos da garota e cometeu o abuso.

A criança teria encontrado casualmente com “Pantico”, em Paulo Ramos, e o suspeito, temendo ser descoberto, deu uma certa quantia em dinheiro a vítima que comprou alguns objetos. Desconfiados, os pais questionaram à criança, que acabou relatando toda a ocorrência.

Com base nas investigações, a Polícia Civil solicitou junto ao Poder Judiciário a prisão preventiva do suspeito. Após algumas diligências, a polícia descobriu que “Pantico” estaria escondido na cidade de Brejo de Areia. “Pantico” é suspeito ainda de tentar, há três meses, abusar de outra criança também em Paulo Ramos.