segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Acidente no Povoado Mata (Arari) deixa um morto

Uma pessoa morreu e três ficaram feridas  em um grave acidente ocorrido neste sábado (24), na BR -222, entre Miranda do Norte e Arari.
O acidente aconteceu por volta das 20h. Segundo informações o empresário Isaías Lima que viajava com a esposa Sandra Lima, e os três filhos no sentido Miranda/Arari, foi trancado por outro veiculo em uma curva próximo ao povoado Mata, perdeu o controle da direção, saiu da estrada e capotou varias vezes, só parando após colidir com uma arvore.
 A esposa do empresário, Sandra Lima de 34 anos, que viajava no banco do carona, sacou do veiculo e morreu ainda no local do acidente, Isaías Lima que conduzia o veiculo, e as três crianças que vinham no banco de trás, foram encaminhadas para o Hospital Clementino Moura -SOCORRÂO-II, em São Luis.
Segundo informações o empresário Isaías Lima, e duas  das crianças não correm risco de vida, porém  a outra criança, um bebê de 1 ano e 4 meses encontra-se internado em estado grave na UTI do Socorrão II.
Isaías e Sandra são proprietários da loja LIMA CONFECÇÕES, filhos de Miranda do Norte e pessoas muito queridas na cidade. 
O corpo de Sandra Lima está sendo velado em Miranda do Norte, na residencia de sua genitora, Princesa do Paraibano,  na rua da Bacabeira, o sepultamento ocorrerá as 16h deste domingo (25), o clima na cidade é de dor, tristeza e muita comoção, familiares amigos e parentes estão inconformados com a tragedia.

Banco de DNA de criminosos será instalado no Brasil na próxima semana

Sistema semelhante ao usado nos Estados Unidos começa a funcionar na quarta-feira

Brasília - Popularizado por seriados policiais como CSI e Law&Order;, o banco de DNA de criminosos, que ajuda investigadores a elucidar casos intrincados com a análise de vestígios da cena do crime, como um fio de cabelo ou uma ponta de cigarro, começa a se tornar realidade no Brasil a partir de quarta-feira. É quando entrará em vigor a lei sancionada em maio passado pela presidente Dilma Rousseff. Quinze estados, além da Polícia Federal, já têm estrutura pronta para alimentar a rede nacional de perfis genéticos (veja arte). O Distrito Federal, apesar de pioneiro na análise genética para fins criminais, ainda não está integrado porque não tem o sistema Codis, doado ao país pelo FBI, a polícia federal dos Estados Unidos, ainda em 2010.

Na ocasião, equipes norte-americanas vieram instalar o programa utilizado nos Estados Unidos, mas a Polícia Civil da capital federal preferiu ficar de fora da iniciativa, embora tenha laboratório de DNA com todas as condições para receber o sistema. Atual diretor do Instituto de Pesquisa de DNA Forense da instituição, o perito médico-legal Samuel Ferreira não tem detalhes do que ocorreu por se tratar de decisão da "gestão anterior". Mas ele ressalta, entretanto, que está prevista nova visita do FBI no primeiro semestre de 2013 para instalar o Codis. Na mesma situação está Goiás, que já pode receber o programa. Em outras 10 unidades da Federação, como Alagoas, líder no ranking de homicídios no país, não há sequer laboratórios de DNA.

Com os 15 estados que estão integrados ao banco nacional de DNA de condenados, será possível colocá-lo em funcionamento de imediato, garante Hélio Buchmüller, perito da Polícia Federal, instituição que gerenciará o sistema. "A estrutura está pronta. O que não havia, até agora, era previsão legal para fazermos as identificações genéticas. Com a legislação em vigor, basta começar", explica. De acordo com a lei, condenados por crimes violentos serão submetidos, obrigatoriamente, ao exame de DNA. Suspeitos em uma investigação também poderão ter o material recolhido, com o auxílio de um cotonete passado na parte interna da bochecha, uma técnica completamente indolor, caso a Justiça autorize.

Uma dúvida crucial, que só deverá ser resolvida pelo Judiciário, inquieta as autoridades envolvidas com o tema. O exame de DNA se aplicará aos presos já condenados por crimes violentos? Ou só integrarão o banco de criminosos aqueles sentenciados depois que a lei entrar em vigor? A esperança era de que o Ministério da Justiça, no decreto que regulamentará a lei, encaminhado recentemente à Casa Civil para publicação, esclarecesse a questão. Secretário de Assuntos Legislativos da pasta, Marivaldo Pereira adianta, entretanto, que o texto não trará essa resposta. "O decreto vai tratar de um ou outro ponto operacional do banco. Alguém vai pleitear a coleta de quem já está cumprindo e os juízes vão começar a decidir", diz.

Marivaldo explica que, na sua opinião, somente condenados a partir da aprovação da lei poderão constar do banco nacional. "Se você olha a identificação como uma sanção a mais, só se aplica da lei em diante", afirma o secretário. Para Buchmüller, da PF, é possível uma outra interpretação por ter mudado uma legislação processual, e não o Código Penal. "A gente espera que alcance os presos já condenados, para termos um banco mais robusto e eficiente. Mas seguiremos o que ficar definido", diz. A Advocacia Geral da União informou não ter recebido, até o momento, nenhuma consulta oficial de qualquer órgão sobre o assunto - única condição sob a qual a instituição poderá fazer recomendações.

Lei garante o sigilo

Hélio Buchmüller, perito da Polícia Federal, ressalta a segurança do banco nacional, que só será acessado por agentes públicos devidamente credenciados, e a preocupação com os direitos humanos - discussão intensa em países que contam com bancos de DNA de criminosos há mais tempo, como Inglaterra e Estados Unidos. "Quando consultamos o vestígio de um crime sexual, por exemplo, e não encontramos nada, já estamos inocentando todos os cadastrados. E sabemos que, normalmente, o primeiro suspeito é alguém que tem histórico", diz Buchmüller.

Ficou proibida, pela lei, identificação de traços somáticos ou comportamentais dos cadastrados. Cada criminoso terá o perfil detalhado por 15 marcadores genéticos e será visualizado, por administradores do banco nacional de DNA, como um código. Nome, identidade, ficha criminal e demais informações só serão acessadas por poucos servidores. E apenas se houver alguma consulta ao cadastro, feita por investigadores, com resposta positiva. "Não é algo como CSI, que você dá dois cliques e aparece até a foto da pessoa identificada. Nem nos Estados Unidos ocorre assim. Identificar o DNA de um suspeito, por exemplo, pode levar dias, depois disso a consulta ao banco é mais rápida. O método traz uma segurança incrível, sendo a probabilidade de um falso positivo algo estatisticamente improvável", explica

Acidente deixa trânsito lento em avenida de SL


Foto: Imirante
SÃO LUÍS – Um acidente deixou o trânsito lento na Avenida Jerônimo de Albuquerque, sentido Cohafuma-Vinhais, na manhã desta segunda-feira (26). O carro ficou atravessado na pista, impedindo a passagem dos veículos na área próxima ao Multicenter Sebrae.
Segundo testemunhas, o semáforo não estaria funcionando. O motorista do Corsa de Placa NNE - 7074 teria avançado para fazer o cruzamento, para a Avenida Luís Eduardo Magalhães, quando foi atingido por um ônibus, de placa ATA - 4436. O carro foi arrastado por uns três metros.
Agentes da Secretaria Municipal de Trânsito e Transportes (SMTT) já estavam na área, para ajudar a melhorar o fluxo de veículos.
Confira, abaixo, as fotos do acidente. As imagens são do repórter fotográfico de O Estado, Biaman Prado.
/lib/imgBinary.asp?path=\fotos_mat\acidente261112_02.jpg&width=460&height=345&interpolation=1&sharpen=0&sharpenvalue=&rotate=0/lib/imgBinary.asp?path=\fotos_mat\acidente261112_03.jpg&width=460&height=345&interpolation=1&sharpen=0&sharpenvalue=&rotate=0/lib/imgBinary.asp?path=\fotos_mat\acidente261112_04.jpg&width=460&height=345&interpolation=1&sharpen=0&sharpenvalue=&rotate=0/lib/imgBinary.asp?path=\fotos_mat\acidente261112_05.jpg&width=460&height=345&interpolation=1&sharpen=0&sharpenvalue=&rotate=0/lib/imgBinary.asp?path=\fotos_mat\acidente261112_01.jpg&width=460&height=345&interpolation=1&sharpen=0&sharpenvalue=&rotate=0/lib/imgBinary.asp?path=\fotos_mat\acidente261112_06.jpg&width=460&height=345&interpolation=1&sharpen=0&sharpenvalue=&rotate=0

Polícia desarticula quadrilha especializada em assaltar mansões

Com eles foram apreendidos, várias joias, aparelhos eletrônicos e uma quantia em dinheiro.

SÃO LUÍS - Serviço de inteligência da Polícia Militar desarticulou na noite desse domingo (25) três pessoas que seriam integrantes de uma quadrilha especializada em assalto a moradias de luxo na capital. Foram detidos Carlos Rafael Araújo Ribeiro, mais conhecido como " Pica-pau", Weliton Rodrigues Ferreira, conhecido como "Leleco" e Adriano Barbosa Ferreira, conhecido como "Charopinho". Eles foram presos no bairro do Coroadinho.
Com eles, foram apreendidos: várias joias, aparelhos eletrônicos e uma quantia em dinheiro. Segundo a polícia, o bando, que é formado por 10 pessoas, já agia há dois meses na capital e teria assaltado pelo menos oito mansões em São Luís.
Os suspeitos foram presos, após investigações da PM. Doze vítimas já teriam reconhecido os assaltantes.
Eles foram encaminhados para a Superintendência Estadual de Investigações Criminais (Seic).

Corpo de homem é encontrado com corte na garganta

Um cadáver foi encontrado na manhã deste sábado (24) em  um sítio localizado no bairro Santa Clara.
O corpo do homem identificado como Flavio Costa Leite apresentava um corte de arma branca na região da garganta e outra lesão no ombro.
Segundo informações da polícia, a vítima deve ter sido atraída para o local conduzindo uma motocicleta que estava nas proximidades.
Após ser atingido pelas facadas, ele teria tentado se refugiar no sítio, onde caiu morto no meio do terreiro.
A polícia investiga se o crime possui alguma ligação com o tráfico de drogas. Outra hipótese seria de vingança, uma vez que o homem já havia sido preso por homicídio.

Presos de Pedrinhas fogem do Hospital Nina Rodrigues na capital

Os presos do Complexo Penitenciário de Pedrinhas que se encontravam no Hospital Nina Rodrigues, no Monte Castelo, em São Luís, fugiram da unidade de saúde na noite deste domingo (25),  por volta das 22 horas.
Os internos foram identificados como Agenildo dos Santos Gomes, 26 anos, Marcos Antonio Rodrigues da Silva, 27 anos, e Reginaldo Silva Sousa, 28 anos.
O caso foi registrado no Plantão Central da Refessa, no início da madrugada desta segunda-feira (26), pela técnica em enfermagem Josenilde Santos Ferraz, 33 anos.
De acordo com a funcionária do hospital, os três internos que estavam armados com chuços agiram com violência.
Segundo as vítimas, entre elas funcionários e pacientes, os três presos tomaram funcionários como reféns e ainda levaram pertences dos mesmos durante a fuga.