quinta-feira, 9 de agosto de 2012

Bandidos batem de frente com ônibus após assalto no Anil

Um assalto frustrado acabou em um gigantesco engarrafamento no início desta tarde, no bairro do Anil. Após roubarem uma loja, os dois homens subiram na moto, partiram e, na fuga, bateram de frente com um ônibus. Um deles caiu, mas conseguiu fugir. O comparsa machucou a perna na batida e recebe atendimento.

Quadrilha de assaltantes do Mato Grosso é presa em São Luís e Peritoró

Cinco assaltantes foram presos na madrugada desta quinta-feira (9), em São Luís, quando tentavam arrombar um caixa eletrônico. Os outros dois foram presos em Peritoró.


Gildean Farias

Publicação: 09/08/2012 08:47 Atualização: 09/08/2012 08:58

Cinco assaltantes foram presos na madrugada desta quinta-feira (9), quando tentavam arrombar um caixa eletrônico em um posto de gasolina, na Avenida Guajajaras.

De acordo com informações da polícia, os cinco criminosos seriam do estado do Mato Grosso. Eles teriam rendido o vigilante do posto e já procediam com a tentativa de violar o caixa eletrônico, quando foram impedidos por policiais. Com a quadrilha, foram apreendidos vários equipamentos usados no arrombamento.

Ainda de acordo com a polícia, duas outras pessoas, que também seriam da quadrilha, foram presos na cidade Peritoró e serão apresentados até o fim da manhã desta quinta-feira, juntamente com os outros cinco presos em São Luís.

Dupla tenta fugir de delegacia no Paraná dentro de sacos de lixo

Com o auxílio de dois carcereiros, que já eram investigados após uma fuga ocorrida no último sábado, dois detentos tentaram escapar, nesta terça-feira, da Delegacia de Furtos e Roubos de Veículos (DRFV) de Curitiba (PR), no bairro de Vila Izabel. A dupla estava escondida dentro de sacos plásticos nos quais deveriam haver somente embalagens plásticas utilizadas no acondicionamento das refeições dos demais presos.

"Já estávamos de olho nos dois carcereiros desde a fuga de sábado, quando uma das grades das celas foi serrada. Além disso, estava entrando muita tranqueira nas celas, como serras, drogas, celulares etc. Eles são terceirizados, foram indiciados e serão presos. Agora estamos temporariamente sem carcereiro.", disse um dos policiais civis que atuam na DRFV da capital paranaense.

Os dois carcereiros foram identificados como Nery e Paulo. Já os dois detentos flagrados dentro dos sacos plásticos são Sidney da Cruz, de 34 anos, e Carlos Eduardo Barbosa Pereira, 19, ambos presos por roubo. Enrolados em cobertores, eles entraram nos sacos, misturados em meio às embalagens, e esperavam pela chegada dos dois agentes carcerários que, segundo os policiais, iriam levá-los para fora da unidade. Tudo já estava combinado.

Era meio dia em ponto quando os investigadores se anteciparam e aproximaram-se dos sacos que, além de estarem com um peso incompatível com o material plástico, também se mexiam. Ao serem abertos revelaram os dois trapalhões que pretendiam escapar da delegacia. A carceragem da DRFV possui capacidade para 16 presos porém abriga atualmente cerca de 140, mas o número já chegou a 180, segundo os policiais.

Fuga

Os dois carcereiros presos em flagrante nesta terça-feira durante a tentativa de fuga da DRFV, segundo os policiais, estariam envolvidos na evasão de três presos ocorrida no último sábado, quando escaparam da carceragem Leandro Fernandes, 19 anos, Valdemar Simões, 29, e Uillian Portes de Barros, 21. O trio fugiu após serrar a grade de uma das celas e sair pela cozinha da delegacia. Os três ainda não foram localizados.

Polícia aguarda autorização para transferir Jhonatan

O assassino confesso do jornalista Décio Sá, Jhonatan de Souza Silva, deve ser transferido nos próximos dias para um presídio federal. A informação foi confirmada ao G1 pelo subdelegado geral da Polícia Civil do Maranhão, Marcos Afonso Junior.
"Já mantivemos contato com o Departamento Penitenciário Nacional (Depen) para providenciar a transferência do preso para um presídio federal. Mas ainda não tivemos a comunicação oficial do Depen com autorização para a transferência", afirmou Marcos Afonso.
Foto: Reprodução
Jhonatan aguarda definição do Depen para sair de São Luís
O presídio para o qual Jhonatan será transferido ainda não está definido, uma vez que esta escolha é de responsabilidade do Depen, como esclareceu o subdelegado. "Não depende de nós esta escolha. Os critérios são de inteira responsabilidade do Depen, que será também responsável pela transferência do preso", disse Marcos Afonso.
Enquanto aguarda a liberação da transferência para um presídio federal, Jhonatan de Souza Silva, de 24 anos, permanece preso na sede da Polícia Federal, no bairro Cohama, em São Luís.
Entenda o caso
Jhonatan de Souza Silva, que confessou ter assassinado o jornalista Décio Sá, efetuou seis disparos. De acordo com o laudo da perícia, cinco deles foram fatais. O crime ocorreu em um bar da Avenida Litorânea, orla de São Luís, no dia 23 de abril. Em depoimento, o pistoleiro disse à polícia que matou o jornalista à mando de um consórcio de agiotagem, formado por seis pessoas, desarticulado e preso no dia 13 de junho.
Os empresários Gláucio Alencar Pontes Carvalho (34), seu pai, José de Alencar Miranda Carvalho (72), José Raimundo Sales Charles Jr. (38), Fábio Aurélio do Lago e Silva (32), Airton Martins Monroe (24) e o subcomandante da Polícia Militar do Maranhão, Fábio Aurélio Saraiva (conhecido como Fábio Capita), foram apontados por Jonathan, como envolvidos na morte do jornalista Décio Sá.
Jhonatan relatou, inclusive, que os mandantes teriam encomendado o crime por R$ 100 mil, mas que o valor não foi integralmente, o que teria motivado seu retorno para São Luís, no intuito de cobrar a dívida. Todos os suspeitos tiveram o pedido de prisão temporária prorrogado e continuam presos. Porém, o homem identificado como Diego, que pilotou a moto para Jhonatan no dia do crime, continua foragido.

Brasil faz megaoperação militar na Tríplice Fronteira

O governo brasileiro enviou uma força com cerca de 9 mil militares – equipados com helicópteros de combate, navios-patrulha, aviões de caça e blindados – para as fronteiras do país com o Paraguai, a Argentina e o Uruguai.
O deslocamento de tropas para a operação “Ágata 5” começou na segunda-feira e deve durar entre 20 e 30 dias. “É uma operação de fronteira que tem por objetivo, sobretudo, a repressão à criminalidade”, afirmou à BBC Brasil o ministro da Defesa, Celso Amorim.
A Marinha enviou aos rios da bacia do Prata ao menos 30 embarcações – entre elas três navios de guerra e um navio-hospital. A Força Aérea participa da operação com esquadrões de caças F5 e Super Tucano, além de aviões-radar e veículos aéreos não-tripulados.
O Exército mobilizou infantaria e blindados Urutu e Cascavel de três divisões. As três forças usam ainda helicópteros Black Hawk e Pantera, para transporte de tropas e missões de ataque.
A operação terá ainda o apoio de 30 agências governamentais – entre elas a Polícia Federal – que elevarão o efetivo total para cerca de 10 mil homens.
Segundo o general Carlos Bolivar Goellner, comandante militar do sul, a área crítica de patrulhamento será entre as cidades de Foz do Iguaçu, no Paraná, e Corumbá, no Mato Grosso do Sul – onde ocorre a maior incidência de tráfico de drogas e contrabando.
“A ação visa reforçar a presença do Estado na fronteira com a bacia do Prata”, disse Goellner. Segundo ele, as fronteiras serão fortemente guarnecidas e como consequência o tráfico de drogas e o contrabando devem ser “sufocados”.
Paraguai – O governo brasileiro afirma que o ambiente entre os países da América do Sul é de cooperação na área de defesa.
Apesar disso, a alta concentração de tropas nas fronteiras pode ser entendida pelos países vizinhos como um recado, segundo Samuel Alves Soares, professor da Unesp (Universidade Estadual Paulista) e presidente da ABED (Associação Brasileira de Estudos de Defesa).
“Os países (vizinhos) podem interpretar que é uma demonstração de força. (Essa operação) tem um simbolismo, um peso, que pode ser entendido de outra maneira.”
Segundo Soares, esse entendimento é especialmente possível em relação ao Paraguai, que foi isolado politicamente no mês passado após uma ação diplomática costurada pelos presidentes Dilma Rousseff, Cristina Kirchner e Jose Mujica.
Assunção foi suspensa do Mercosul após destituir o então presidente Fernando Lugo em um julgamento “relâmpago”.
Para Soares, em alguns setores políticos paraguaios a operação “Ágata 5” deverá ser entendida como uma ação típica do “imperialismo brasileiro”.
Cinturão da Paz – Essa possibilidade é descartada pelo ministro da Defesa. “Todos os países vizinhos foram previamente avisados, informados, e convidados a enviar observadores (para a operação)”, afirmou Amorim durante o VI Encontro Nacional da Abed, em São Paulo, na segunda-feira.
Segundo ele, em operações anteriores, a Venezuela e a Colômbia até cooperaram com os brasileiros, fazendo ação semelhante de seu lado da fronteira.
De acordo com Amorim, a diplomacia brasileira criou ao longo dos anos um processo de integração regional e cooperação militar na América do Sul –com órgãos como o Conselho de Defesa Sulamericana, da Unasul – que resultou em um “cinturão da paz” em torno do Brasil.
Segundo ele, por causa disso, a maior ameaça militar contra o Brasil, em tese, é um cenário futuro no qual potências internacionais em conflito venham a se interessar por recursos brasileiros como água, energia e capacidade de produção de alimentos.
“O Brasil deve construir uma capacidade dissuasória crível que torne extremamente custosa a perspectiva de agressão ao nosso país”, disse em palestra durante o evento.
Porém, Soares explica que tal estratégia assume que, mesmo com grandes investimentos no setor de Defesa, o Brasil não seria capaz de vencer um eventual conflito com uma potência militar internacional – sendo apenas capaz de fazer a empreitada menos atrativa ao adversário.
Criminalidade – A operação “Ágata” é uma determinação direta da presidente Dilma Rousseff ao Ministério da Defesa.
Até agora, cinco edições da operação já foram realizadas, em diversas regiões de fronteira do Brasil, desde o ano passado.
A atual ocorre semanas após o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, do partido opositor PSDB, cobrar um maior policiamento nas fronteiras do país ao tentar explicar o aumento da criminalidade em seu estado.
Nas quatro primeiras “Ágatas” foram apreendidas mais de 2,3 toneladas de drogas, 302 embarcações irregulares e 59 armas. As Forças Armadas também dinamitaram quatro pistas de pouso clandestinas e fecharam oito garimpos e cinco madeireiras ilegais.
Também foram realizados 19 mil atendimentos médicos e 21 mil odontológicos para populações isoladas ou carentes. Porém, as críticas dos habitantes das regiões atendidas é que quando a operação acaba, os criminosos voltam a agir normalmente.
A resposta do Ministério da Defesa é que devido à vasta extensão das fronteiras do país, as operações “Ágata” visam mais dissuadir as ações de criminosos do que combatê-las diretamente – além de levar a autoridade federal para áreas remotas do território.
A pasta afirma ainda que, após o fim das operações, a Polícia Federal faz ações específicas para flagrar criminosos que tentam “recuperar o prejuízo” após um mês de inatividade.
Segundo o general Goellner, quando não há operações de larga escala como a “Ágata 5”, é quase impossível fechar totalmente as fronteiras para a ação de criminosos.
“Estamos sempre presentes na região, mas fechar a fronteira não é nossa missão principal, se olharmos só o lago de Itaipu, de Foz de Iguaçu a Guaíra, (encontrar os criminosos que cruzam entram no país em barcos pequenos) é como achar uma agulha em um palheiro, são quase 700 quilômetros de lago”.
Segurança Pública – Para o professor Samuel Soares, o governo brasileiro não deveria usar seus militares para fazer o papel de policiais, especialmente em ações como as “Ágatas”. “É um equívoco. Não são forças para essa finalidade e perspectiva. Desse jeito, as Forças Armadas irão se transformar em uma espécie de Guarda Nacional”, disse.
Para ele, usar os militares como policiais é um desperdício de recursos que poderiam ser usados na preparação e equipamento das Forças Armadas para um eventual conflito com uma nação estrangeira.
Amorim também afirmou que a segurança pública é competência dos estados e que a função dos militares é a defesa contra “ameaças externas”. Disse porém, que podem haver exceções para essa regra, “desde que limitadas no tempo e no espaço”.

Presa quadrilha acusada de realizar assaltos no Jaracati e Renascença

Policiais militares do 8º BPM, em trabalho conjunto com a Polícia Civil, capturaram uma quadrilha acusada de praticar assaltos no Jaracati e no matagal próximo ao Ceuma, no Bairro do Renascença. Foram presos Ilton Santos Duarte, de 18 anos; Jadylon Jooran Rêgo Feitosa, 20; Rafael Alexandre Silva, 23; e Samara Cantanhede, 20. A localização deles aconteceu numa favela, no Bairro do Jaracati, por volta das 5h de ontem (8).
Trio é acusado de praticar assaltos na região do Jaracati e Renascença
Durante a abordagem, um adolescente de 16 anos foi apreendido e um homem conhecido apenas como “Paulo Bonito” conseguiu fugir, levando a arma que era usada na prática de assaltos – uma escopeta. De acordo com o delegado Sebastião Cabral, titular do 9º Distrito Policial (DP), do São Francisco, o grupo é acusado de roubar na última segunda-feira (6) a mulher de um policial civil, em frente ao prédio do Medical Center Jaracaty, na Avenida Carlos Cunha; e de assaltar outras pessoas nas proximidades da Universidade Ceuma.
Os suspeitos foram reconhecidos por duas vítimas, sendo uma delas a mulher do policial civil. Com os acusados, a polícia recuperou alguns objetos subtraídos das vítimas (bolsas, sandálias, celulares) que estavam em poder de Samara Cantanhede, que confessou ter comprado os objetos.
Todos os acusados foram conduzidos para o 9º DP, e apresentados ao delegado Sebastião Cabral. Ilton Santos, Jadylon Feitosa e Rafael Silva foram autuados pelos crimes de formação de quadrilha, crime continuado e roubo qualificado; e Samara por receptação. Depois conduzidos ao Sistema Penitenciário. O adolescente foi encaminhado à Delegacia do Adolescente Infrator (DAI).

Comissão que vai ouvir Cutrim e Franco investiga crime contra baianos

A comissão de delegados que investiga crimes de grilagem de terras no Maranhão, e que vai ouvir esclarecimentos do deputado estadual Raimundo Cutrim na próxima sexta-feira, sobre a compra de um terreno, é também responsável pelo inquérito que apura as causas da morte de dois irmãos no início do ano, em São Luís.

Os dois irmãos baianos e sócios na empresa de reciclagem Replup, José Mauro Alves de Queiroz, 57 anos, e Jose Queiroz filho, 68 anos, foram assassinados na tarde do dia 11 de janeiro por um elemento que chegou na empresa, com sede na BR-135 (foto acima, do dia do crime), e disparou contra os dois irmãos, após confirmar suas identidades (relembre o caso aqui).
Até hoje o elemento que disparou os tiros não foi identificado pela polícia e muito menos o inquérito foi concluído. Há a suspeita também que os dois irmãos mantinham relação com agiotas no Estado.
Depoimentos
Tanto o deputado Raimundo Cutrim, quanto o ex-deputado Alberto Franco, foram intimados para prestar esclarecimentos, pela mesma comissão que investiga crimes de grilagem, mas por conta de um terreno adquirido por Cutrim em 1999.
Franco dará explicações sobre a emissão de documentos do referido terreno por meio do cartório de São José de Ribamar que, à época, era de sua propriedade.

Candidata a prefeita é multada por propaganda irregular

O Ministério Público Eleitoral da 30ª Zona ofereceu Representação por propaganda eleitoral irregular veiculada pela candidata a prefeita Mary Guerreiro. A representação foi julgada procedente pelo juiz eleitoral Paulo de Assis Ribeiro, que aplicou à candidata multa no valor de R$ 4 mil.
No dia 21 de julho, a coligação Unidos por Guimarães promoveu uma carreata, anunciada como “A maior carreata da história de Guimarães”, passando por povoados e pela sede do município, com a utilização de quatro trios elétricos durante todo o trajeto, contrariando o artigo 39,§10 da Lei 9504/97.
A promotora de justiça Marina Carneiro Lima, autora da representação, explica que a utilização de trios elétricos é vedada pela Lei Eleitoral, sendo permitida, excepcionalmente, durante a realização de comícios. Nesse caso, no entanto, os veículos devem estar parados.
No caso da carreata, os trios elétricos não foram utilizados para tal finalidade, mas, ao contrário, percorreram todo o trajeto do evento, com a presença da candidata, do vice e de outros políticos, acenando para a população, levando o Ministério Público a ingressar com a Representação.

Quadrilha é presa quando tentava arrombar caixa eletrônico em São Luís

Parte de uma quadrilha acusada de arrombamentos a caixas eletrônicos no Maranhão foi presa na madrugada desta quinta-feira (09) em São Luís.
Cinco elementos foram capturados no momento em que cortavam um caixa eletrônico do Banco do Brasil em um posto de gasolina na Avenida Guajajaras.
O segurança do posto foi feito refém pelos bandidos que são de Mato Grosso. A polícia apreendeu ainda todos os equipamentos utilizado pelo bando para arrombar caixas.
Na ação, dois elementos conseguiram fugir. Os assaltantes foram encaminhados para a Secretaria de Investigações Criminais (Seic).