Cálculo é do Dieese. Novo valor do piso salarial nacional passa a vigorar no dia 1º de janeiro.
SÃO PAULO – O aumento do salário mínimo vai injetar R$ 47 bilhões na economia brasileira, segundo cálculos do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). O órgão divulgou hoje (27) uma nota técnica sobre os impactos na economia do novo valor do piso salarial nacional, que passa a vigorar no dia 1º de janeiro.
No ano que vem, o salário mínimo passa dos atuais R$ 545 para R$ 622. O aumento de R$ 77 representa um acréscimo de 14,13% no piso nacional. Descontada a inflação estimada para 2011, o aumento real do salário mínimo deve ser de 9,2%.
Segundo o Dieese, 48 milhões de pessoas têm sua renda vinculada ao valor do salário mínimo e, portanto, serão diretamente beneficiadas com o aumento. O governo, também, passará a arrecadar R$ 22,9 bilhões a mais devido ao aumento do consumo causado pelo reajuste.
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terça-feira, 27 de dezembro de 2011
Jovem ferida por tiro em carro de Adriano será operada
A jovem Adriene Cyrilo Pinto, de 20 anos, baleada na mão na madrugada de sábado (24) dentro do carro do jogador Adriano, passa por cirurgia hoje. O tiro causou a fratura do dedo indicador da mão esquerda, o que tornou necessária a cirurgia. Ela foi internada no Hospital Barra d''Or, na Barra da Tijuca, na zona oeste do Rio, no último sábado, e a pedido de Adriene, a assessoria do hospital está impedida de passar informações sobre o procedimento cirúrgico.
O delegado titular da delegacia da Barra da Tijuca (16º DP), Fernando Reis, pretende fazer uma acareação entre Adriano e a jovem, porque considerou "gritantes" as contradições nos depoimentos colhidos até agora. Adriano e três testemunhas sustentam que foi a própria vítima quem fez o disparo quando brincava com a arma, enquanto Adriene aponta o jogador do Corinthians como o responsável pelo tiro acidental que a atingiu.
O delegado titular da delegacia da Barra da Tijuca (16º DP), Fernando Reis, pretende fazer uma acareação entre Adriano e a jovem, porque considerou "gritantes" as contradições nos depoimentos colhidos até agora. Adriano e três testemunhas sustentam que foi a própria vítima quem fez o disparo quando brincava com a arma, enquanto Adriene aponta o jogador do Corinthians como o responsável pelo tiro acidental que a atingiu.
'Minha Casa, Minha Vida' abre cota para idosos e deficientes
O governo federal alterou os critérios de seleção dos candidatos a beneficiários do programa Minha Casa, Minha Vida. A regulamentação foi publicada em portaria publicada nesta terça-feira (27) no "Diário Oficial da União". Entre as mudanças está a indicação de percentual de unidades que devem ser reservadas para idosos e pessoas com deficiência.
O Minha Casa, Minha Vida é um programa habitacional do governo federal para construção de moradias em parceria com estados e municípios. Ele foi lançado em março de 2009, na gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, com a meta inicial de construir 1 milhão de moradias populares.
O novo texto, que revoga a portaria número 140 publicada em 6 de abril de 2010, determina que sejam reservadas, no mínimo, 3% das unidades para idosos. O mesmo percentual deve ser respeitado para pessoas com deficiência ou seus famíliares diretos.
Na portaria de 2010, ficava determinado que os dois grupos deveriam ser atendidos segundo "percentuais mínimos previstos nos normativos específicos dos programas integrantes", sem determinar textualmente os números.
Limite de renda
Entre as novidades, o novo texto retira a citação à exigência de que os candidatos tenham renda familiar mensal bruta limitada a R$ 1.395,00. O governo já havia anunciado adequação nos valores quando deu detalhes da programação do Minha Casa, Minha Vida 2.
Com a mudança, a primeira condição da seleção é que o candidato já esteja inscrito em cadastros habitacionais do Distrito Federal, estados ou municípios. A mesma condição já estava citada na portaria anterior. Cada um dos programas habitacionais locaisi já deve prever critérios de renda e condição social para inscrever os candidatos.
Fiscalização
A Ministério das Cidades incluiu na regulamentação novos procedimentos operacionais que exigem que a Caixa Econômica Federal seja responsável por finalizar o processo seletivo com validação das informações prestadas pelos candidatos.
O banco deverá enviar aos responsáveis pela seleção uma lista com os candidatos aptos e outra com os que tiverem informações incompatíveis. De acordo com a portaria, esta relação deve ser publicada pelo responsável pela seleção.
Em outubro, reportagem do Fantástico apresentou a existência da cobrança de taxas por ONGs que forjavam documentos para burlar regras de acesso ao programa.
O Minha Casa, Minha Vida é um programa habitacional do governo federal para construção de moradias em parceria com estados e municípios. Ele foi lançado em março de 2009, na gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, com a meta inicial de construir 1 milhão de moradias populares.
O novo texto, que revoga a portaria número 140 publicada em 6 de abril de 2010, determina que sejam reservadas, no mínimo, 3% das unidades para idosos. O mesmo percentual deve ser respeitado para pessoas com deficiência ou seus famíliares diretos.
Na portaria de 2010, ficava determinado que os dois grupos deveriam ser atendidos segundo "percentuais mínimos previstos nos normativos específicos dos programas integrantes", sem determinar textualmente os números.
Limite de renda
Entre as novidades, o novo texto retira a citação à exigência de que os candidatos tenham renda familiar mensal bruta limitada a R$ 1.395,00. O governo já havia anunciado adequação nos valores quando deu detalhes da programação do Minha Casa, Minha Vida 2.
Com a mudança, a primeira condição da seleção é que o candidato já esteja inscrito em cadastros habitacionais do Distrito Federal, estados ou municípios. A mesma condição já estava citada na portaria anterior. Cada um dos programas habitacionais locaisi já deve prever critérios de renda e condição social para inscrever os candidatos.
Fiscalização
A Ministério das Cidades incluiu na regulamentação novos procedimentos operacionais que exigem que a Caixa Econômica Federal seja responsável por finalizar o processo seletivo com validação das informações prestadas pelos candidatos.
O banco deverá enviar aos responsáveis pela seleção uma lista com os candidatos aptos e outra com os que tiverem informações incompatíveis. De acordo com a portaria, esta relação deve ser publicada pelo responsável pela seleção.
Em outubro, reportagem do Fantástico apresentou a existência da cobrança de taxas por ONGs que forjavam documentos para burlar regras de acesso ao programa.
Insegurança campeia na zona rural dos Cocais após fechamento de posto policial
As populações da zona rural da região dos Cocais está à mercê da marginalidade desde que o Governo do Estado resolveu fechar o único posto policial existe na localidade conhecida como Baú, um entroncamento localizado num trecho sem asfalto da BR-226, entre Graça Aranha e Timon, que serve de interseção com outras estradas sem revestimento que levam a Caxias (40 km), Matões (60 km), Parnarama (80 km) e Buruti Bravo (120 km).
Construído e inaugurado no Governo José Reinaldo Tavares (PSB), o posto policial do Baú garantia tranqüilidade aos moradores da região. O índice de criminalidade era baixíssimo e não se ouvia falar em assaltos ou roubos de motocicletas, conforme depoimentos de lideranças políticas e comunitárias ouvidas pelo JP.
Após o fechamento e retirada dos policiais, segundo elas, ninguém se arrisca viajar a noite, pois os assaltos a mão armada viraram rotina. “Toda a zona rural dos Cocais está sem segurança porque os bandidos assaltam em Teresina e estão se escondendo aqui por falta de policiamento. Ninguém tem coragem de viajar mais de moto. O fotógrafo Biaman Prado, em agosto passado, teve que vir aqui em Matões fazer umas fotografias e foi assaltado duas vezes antes de chegar com seu carro no hotel”, relata o ex-deputado estadual Rubéns Pereira, hoje secretário de Obras do município.
A gravidade do problema é dimensionado pelo tamanho da população que vive no campo. Matões, por exemplo, possui 32 mil habitantes, sendo 17 mil na zona rural, enquanto em Parnarama outros 19 mil sobrevivem da agricultura e estão nos povoados sem segurança e sem ter a quem recorrer em casos de violência praticada contra as comunidades de lavradores.
A prefeita de Matões, Suelly Pereira (PSB), diz que já foi encaminhado ofício ao Governo do Estado solicitando a reabertura do posto policial, mas que até o momento não houve resposta. “O documento foi entregue ao vice-governador Washington Oliveira (PT), que ficou de ver o problema, mas o posto continua fechado e sem uma explicação lógica para a retirada dos quatro policiais que faziam a segurança na área”, observou a prefeita.
A vereadora de Buriti Bravo, Luciana Leocádio (PDT), mostra-se assustada com a onda de assaltos na região. Segundo revelou à Reportagem do JP, já assaltaram até o Fórum da cidade. “Estamos tentando fazer uma audiência pública para discutir a segurança do nosso município. O delegado que responde por Buriti é de Passagem Franca e não temos sequer prédio para a delegacia, que funciona no prédio da prefeitura. Isso é um absurdo, queremos que o governo tome uma providência”, cobra.
Luciana conta que a cidade de Buriti Bravo viveu há pouco tempo em clima de terror por conta de um marginal foragido da Justiça que se instalou no município e durante três meses violentou mulheres, assaltou, pintou e bordou por falta de um policiamento. A vereadora conta que, após este episódio, a população está pagando uma empresa particular chamada “Rota Noturna” para fazer a segurança da cidade. Cada residência, para ser protegida, paga R$ 30,00 e o comércio R$ 50,00.
Vizinha à cidade de Teresina (PI), a zona rural de Timon serve de atrativo para a bandidagem se esconder sem ser importunada pela Polícia. Segundo o vereador Chagas Cigarreiro (PSB) os marginais estão introduzindo drogas na zona rural e não tem quem combata. “Fizemos uma passeata dia 10 de dezembro para chamar a atenção das autoridades para a questão da insegurança, pois temos apenas uma viatura para 160 mil habitantes, mas pregamos no deserto. Continuamos a mercê dos marginais”, lamentou.
Para o vereador Cigarreiro, a falta de barreira policial na ponte que liga o Piauí ao Maranhão, como antigamente, deixa os bandidos livres para cometerem seus crimes. “Os comerciantes de Timon estão desesperados porque o governo não olha para a região, não dá a menor assistência e nos deixa a mercê da marginalidade, tanto na cidade como no campo”, condenou Cigarreiro.
O líder comunitário Reginaldo Janjão, morador do povoado Quilombo, localizado na divisa entre Caxias e Matões, adverte que após o fechamento do posto policial do Baú, aumentaram os assaltos e a população está insegura. Reginaldo narra que há dois meses homens fortemente armados fecharam a MA-034 para assaltar motoristas e passageiros. “A governadora não pode virar as costas para a segurança na zona rural, somos maranhenses e queremos ser tratados com dignidade”, sentenciou Janjão.
Construído e inaugurado no Governo José Reinaldo Tavares (PSB), o posto policial do Baú garantia tranqüilidade aos moradores da região. O índice de criminalidade era baixíssimo e não se ouvia falar em assaltos ou roubos de motocicletas, conforme depoimentos de lideranças políticas e comunitárias ouvidas pelo JP.
Após o fechamento e retirada dos policiais, segundo elas, ninguém se arrisca viajar a noite, pois os assaltos a mão armada viraram rotina. “Toda a zona rural dos Cocais está sem segurança porque os bandidos assaltam em Teresina e estão se escondendo aqui por falta de policiamento. Ninguém tem coragem de viajar mais de moto. O fotógrafo Biaman Prado, em agosto passado, teve que vir aqui em Matões fazer umas fotografias e foi assaltado duas vezes antes de chegar com seu carro no hotel”, relata o ex-deputado estadual Rubéns Pereira, hoje secretário de Obras do município.
A gravidade do problema é dimensionado pelo tamanho da população que vive no campo. Matões, por exemplo, possui 32 mil habitantes, sendo 17 mil na zona rural, enquanto em Parnarama outros 19 mil sobrevivem da agricultura e estão nos povoados sem segurança e sem ter a quem recorrer em casos de violência praticada contra as comunidades de lavradores.
A prefeita de Matões, Suelly Pereira (PSB), diz que já foi encaminhado ofício ao Governo do Estado solicitando a reabertura do posto policial, mas que até o momento não houve resposta. “O documento foi entregue ao vice-governador Washington Oliveira (PT), que ficou de ver o problema, mas o posto continua fechado e sem uma explicação lógica para a retirada dos quatro policiais que faziam a segurança na área”, observou a prefeita.
A vereadora de Buriti Bravo, Luciana Leocádio (PDT), mostra-se assustada com a onda de assaltos na região. Segundo revelou à Reportagem do JP, já assaltaram até o Fórum da cidade. “Estamos tentando fazer uma audiência pública para discutir a segurança do nosso município. O delegado que responde por Buriti é de Passagem Franca e não temos sequer prédio para a delegacia, que funciona no prédio da prefeitura. Isso é um absurdo, queremos que o governo tome uma providência”, cobra.
Luciana conta que a cidade de Buriti Bravo viveu há pouco tempo em clima de terror por conta de um marginal foragido da Justiça que se instalou no município e durante três meses violentou mulheres, assaltou, pintou e bordou por falta de um policiamento. A vereadora conta que, após este episódio, a população está pagando uma empresa particular chamada “Rota Noturna” para fazer a segurança da cidade. Cada residência, para ser protegida, paga R$ 30,00 e o comércio R$ 50,00.
Vizinha à cidade de Teresina (PI), a zona rural de Timon serve de atrativo para a bandidagem se esconder sem ser importunada pela Polícia. Segundo o vereador Chagas Cigarreiro (PSB) os marginais estão introduzindo drogas na zona rural e não tem quem combata. “Fizemos uma passeata dia 10 de dezembro para chamar a atenção das autoridades para a questão da insegurança, pois temos apenas uma viatura para 160 mil habitantes, mas pregamos no deserto. Continuamos a mercê dos marginais”, lamentou.
Para o vereador Cigarreiro, a falta de barreira policial na ponte que liga o Piauí ao Maranhão, como antigamente, deixa os bandidos livres para cometerem seus crimes. “Os comerciantes de Timon estão desesperados porque o governo não olha para a região, não dá a menor assistência e nos deixa a mercê da marginalidade, tanto na cidade como no campo”, condenou Cigarreiro.
O líder comunitário Reginaldo Janjão, morador do povoado Quilombo, localizado na divisa entre Caxias e Matões, adverte que após o fechamento do posto policial do Baú, aumentaram os assaltos e a população está insegura. Reginaldo narra que há dois meses homens fortemente armados fecharam a MA-034 para assaltar motoristas e passageiros. “A governadora não pode virar as costas para a segurança na zona rural, somos maranhenses e queremos ser tratados com dignidade”, sentenciou Janjão.
Dor e comoção marcam velórios das vítimas do acidente na Av. Guajajaras
No final da manhã de domingo (25), quatro pessoas morreram e pelo menos 10 ficaram feridas em um grave acidente ocorrido na Avenida Guajajaras, próximo à empresa Ferro Norte. Uma caminhonete Mahindra, cabine dupla, capotou várias vezes, após o motorista perder o controle quando atingiu a traseira de uma motocicleta, no sinal do cruzamento da Guajajaras com a Avenida Thales Neto, no Bairro do João de Deus. Três ocupantes da caminhonete e o carona da moto morreram no local. Durante todo o dia de ontem (26), os velórios aconteceram simultaneamente em quatros pontos da capital maranhense, com muita comoção e dor de amigos e familiares.
As pessoas que morreram no acidente são Alana Larissa Costa Santos, de 16 anos, residente na Rua Santo Antonio, n° 60, Jardim São Cristóvão; Paulo Henrique de Jesus Melo, 23, morador da Rua Nossa Senhora da Batalha, n° 54, Santa Cruz; e Polyanna Michely de Jesus Moraes, 21, residente na Rua A, quadra 37, n° 55, Cohatrac I, todos passageiros da caminhonete. E André Ricardo Silva Cherrim, 24, morador da Rua São Sebastião, n° 23, no São Bernardo, que ocupava a garupa da motocicleta.


Outra versão – O primo de Pollyana Moraes, Iago Leandro, narrou outra versão do acidente e contou que no dia do fato a vítima, que teria passado a noite na companhia de amigos, telefonou para a residência dos pais com os quais morava, avisando que ia almoçar em casa junto com o namorado Paulo Henrique, porém, não apareceram. Iago explicou que, segundo informações, os dois estariam esperando no canteiro central da Avenida Guajajaras para atravessar a via quando foram colhidos pelo veículo. Ela teria quebrado o pescoço, o braço e as duas pernas e morrido no local, mas a família só soube do fato por volta de 19h30. Pollyana era estudante de um curso técnico de enfermagem. O enterro foi às 15h, de ontem, no Cemitério Jardim da Paz.
O taxista João Carlos da Silva Cherrim, de 22 anos, irmão do funcionário público André Cherrim, explicou que a vítima havia pegado uma carona com o motoqueiro José Raimundo Martins Silva, 25, que também foi atingido e internado no Socorrão 2, mas passa bem. Ele disse ter sido informado que a caminhonete já estava capotando quando o motociclista entrou na avenida. “Meu irmão sacou da moto. Ele quebrou o pescoço, a bacia e duas costelas, só por um milagre de Deus escaparia. André era uma boa pessoa e, com certeza, fará muita falta. Somos sete irmãos, porém, só eu e ele morávamos com nossos pais, vai ser um choque para eles”, declarou. O enterro do funcionário público ocorreu às 10h, no cemitério do Tibiri.
Segundo informações da Polícia Militar, no dia do fato o condutor do veículo foi identificado como Moisés Carlos da Silva Campos, de 38 anos. A polícia explicou que o carro pode levar somente cinco pessoas, porém, estava com o dobro da capacidade. O condutor teria apresentado sinais de embriaguez e na caminhonete teriam sido encontrados recipientes térmicos e restos de bebida. A Polícia Civil havia solicitado ao Instituto de Criminalística (Icrim) um teste para detectar o nível de álcool no sangue do motorista. O caso está sendo conduzido pela Delegacia Especial da Cidade Operária (Decop).
As pessoas que morreram no acidente são Alana Larissa Costa Santos, de 16 anos, residente na Rua Santo Antonio, n° 60, Jardim São Cristóvão; Paulo Henrique de Jesus Melo, 23, morador da Rua Nossa Senhora da Batalha, n° 54, Santa Cruz; e Polyanna Michely de Jesus Moraes, 21, residente na Rua A, quadra 37, n° 55, Cohatrac I, todos passageiros da caminhonete. E André Ricardo Silva Cherrim, 24, morador da Rua São Sebastião, n° 23, no São Bernardo, que ocupava a garupa da motocicleta.
Foto: Divulgação e Alessandro Silva

Veículo capotou várias vezes, provocando a morte de quatro pessoas e entre elas Polyanna Michely, André Ricardo e Alana Larissa (no detalhe)
Segundo o pai da estudante Alana Costa, o frentista Gimafrim Campelo Santos, de 36 anos, a adolescente teria saído de casa sem avisar a ninguém aonde iria. Ele explicou que, quando chegou do trabalho, na manhã de domingo (25), convidou a filha para ir até a casa da avó com ele, mas Alana disse que ficaria descansando um pouco e que mais tarde iria até o local. “Acreditei nela, pois vi que logo adormeceu no sofá. Resolvi sair e quando soube foi da ocorrência do acidente. Fui informado que o veículo no qual ela estava seguia em direção à praia e tinha muita gente, sendo que a maioria estava na carroceria do automóvel. As notícias dão conta de que o motorista, que estava na companhia da mulher e do filho – um bebê de colo, trafegava em alta velocidade e altamente embriagado. Minha filha foi arremessada e morreu na hora. Não sei o que fazer, mas vou tomar providências. Soube que o carro dirigido por ele seria da empresa na qual trabalha, a Vip Vigilância, e que os patrões teriam pago a fiança dele para que fosse liberado da delegacia”, disse ele, afirmando que o sepultamento estava marcado para as 16h de ontem, no Cemitério do Cajupe, no Bairro da Santa Bárbara.
Parentes velam o corpo de Paulo Henrique, no Santa Cruz
A ex-mulher do vendedor Paulo Henrique Melo, Jéssica Silva Aguiar, relatou que ele havia amanhecido na companhia de amigos, familiares e da atual namorada, celebrando o Natal, e logo pela manhã resolveram continuar as comemorações na praia. Ela relatou que o ex-marido, com o qual tem um filho, saiu na companhia da namorada e de três irmãos, sendo dois de seis e nove anos e uma adolescente de 16 anos, Thays Cristine de Jesus, que está internada na UTI do Hospital Municipal Clementino Moura (Socorrão 2), em estado grave. “Paulo conhecia o condutor do veículo e, talvez, por isso tenha confiado em sair com ele, mesmo depois de já terem bebido. Foi um fato lamentável e muito triste, felizmente as crianças sofreram apenas leves escoriações, assim como o filho do motorista”, informou. O sepultamento dele iria ocorrer às 15h, no Cemitério do Iguaíba.Outra versão – O primo de Pollyana Moraes, Iago Leandro, narrou outra versão do acidente e contou que no dia do fato a vítima, que teria passado a noite na companhia de amigos, telefonou para a residência dos pais com os quais morava, avisando que ia almoçar em casa junto com o namorado Paulo Henrique, porém, não apareceram. Iago explicou que, segundo informações, os dois estariam esperando no canteiro central da Avenida Guajajaras para atravessar a via quando foram colhidos pelo veículo. Ela teria quebrado o pescoço, o braço e as duas pernas e morrido no local, mas a família só soube do fato por volta de 19h30. Pollyana era estudante de um curso técnico de enfermagem. O enterro foi às 15h, de ontem, no Cemitério Jardim da Paz.
O taxista João Carlos da Silva Cherrim, de 22 anos, irmão do funcionário público André Cherrim, explicou que a vítima havia pegado uma carona com o motoqueiro José Raimundo Martins Silva, 25, que também foi atingido e internado no Socorrão 2, mas passa bem. Ele disse ter sido informado que a caminhonete já estava capotando quando o motociclista entrou na avenida. “Meu irmão sacou da moto. Ele quebrou o pescoço, a bacia e duas costelas, só por um milagre de Deus escaparia. André era uma boa pessoa e, com certeza, fará muita falta. Somos sete irmãos, porém, só eu e ele morávamos com nossos pais, vai ser um choque para eles”, declarou. O enterro do funcionário público ocorreu às 10h, no cemitério do Tibiri.
Segundo informações da Polícia Militar, no dia do fato o condutor do veículo foi identificado como Moisés Carlos da Silva Campos, de 38 anos. A polícia explicou que o carro pode levar somente cinco pessoas, porém, estava com o dobro da capacidade. O condutor teria apresentado sinais de embriaguez e na caminhonete teriam sido encontrados recipientes térmicos e restos de bebida. A Polícia Civil havia solicitado ao Instituto de Criminalística (Icrim) um teste para detectar o nível de álcool no sangue do motorista. O caso está sendo conduzido pela Delegacia Especial da Cidade Operária (Decop).
Usuário de drogas mata menina com golpe de faca na Raposa
Um crime bárbaro encheu de tristeza e revolta a Rua da Alegria, no Bairro da Juçara – município de Raposa, por volta das 7h30 de ontem (26). A menina Ingrid Silva Coutinho, de apenas um ano e oito meses, foi morta com um golpe de faca no peito esquerdo, desferido por Edmir Cardoso de Azevedo, conhecido como “Bill”, de 23 anos, que seria usuário de drogas. Revoltados, populares prenderam e espancaram o acusado, que só não foi morto devido à chegada de uma guarnição da Polícia Militar.
A mãe de Ingrid, a doméstica Maria Diana Veloso, de 24 anos, disse que estava tratando um peixe, no interior da quitinete onde mora, que pertence à irmã do autor do crime, quando a mãe e o padrasto de Edmir, identificados apenas como Rosenis Cardoso e “Voador”, invadiram o imóvel tentando escapar de Bill, que corria atrás deles com uma faca. O casal teria se trancado na quitinete, impedindo Diana de sair para pegar a filha que brincava no quintal. “Eu dizia para eles me deixarem sair para pegar minha filha e eles não deixavam, dizendo que ele não iria fazer nada contra ela. Só abriram a porta, depois que viram por um buraco que Edmir tinha furado minha filha”, contou Diana.

Segundo parentes da menina, Edmir foi preso, amarrado e trancado dentro de casa, mas a população invadiu o local dando início a um espancamento, com chutes e pauladas. “Eles só pararam porque pensaram que ele estava morto. Logo depois, a polícia chegou e levou Bill ainda respirando para o hospital”, contou uma vizinha, que preferiu não ser identificada.
Maria Diana relatou que, desde o início da manhã, a mãe do acusado estava pedindo ajuda para chamar o Corpo de Bombeiros, a fim de conduzir Bill para uma clínica psiquiátrica. Populares disseram que Edmir seria usuário de drogas e pertencente a uma família de traficantes, vindo da Pirâmide, e que ele teria matado uma pessoa neste bairro e ferido um senhor chamado Cleber para roubá-lo, na Raposa. “Eu só quero Justiça. Esse homem matou minha neta e não pode ficar em liberdade. Se ele é doido ou drogado, isso não dá o direito de matar uma inocente”, disse a avó materna da criança, Antônia Veloso Silva.
O corpo de Ingrid Silva Coutinho, filha do pescador Claudionilson Freitas Coutinho, de 26 anos, foi velado no próprio bairro onde morava, na casa de um amigo da família, e será enterrado hoje (27) no cemitério da Raposa.
Por medida de segurança, depois de ser medicado no Hospital Municipal Clementino Moura (Socorrão 2), Edmir Cardoso de Azevedo foi encaminhado para a Delegacia Especial de Paço do Lumiar onde foi autuado em flagrante por homicídio doloso, pelo delegado Francisco Cardoso, titular da Delegacia da Raposa.
Versão da família do acusado – Na delegacia de Paço do Lumiar, familiares de Edmir Cardoso contaram outra versão dos fatos. Segundo Vilma de Fátima Cardoso Guimarães, tia do acusado, o sobrinho tem problemas mentais, toma remédios controlados e já teria sido internado várias vezes.
De acordo com Vilma, Edmir estava em crise desde sábado (24), e não sabia o que estava fazendo. Ela afirmou que diante da falta de controle do sobrinho, os vizinhos saíram na rua, inclusive Maria Diana, para ver o que estava acontecendo e que a mãe do acusado teria gritado várias vezes para que a doméstica tirasse Ingrid da rua, porque sabia que o filho estava fora de si.
“Ele estava agitado, se golpeando com a faca que não o furava. Bill não sabe que matou a criança. Quando estava bem, dizia que em criança não se bate e sim se conversa”, justificou a tia de Edmir, que também ressaltou que seu sobrinho estava desaparecido desde sábado e só chegou em casa na madrugada de ontem, espancado.
Apesar das justificativas dadas pela família de Edmir, de que ele teria problemas mentais, o delegado explicou que não existem comprovações para isso e que caberá à Justiça avaliar essa questão.
Ameaças – Familiares de Ingrid teme represálias por parte do irmão de Edmir, cujo nome não souberam informar. Ele já esteve preso, mas agora está em liberdade e teria ameaçado a mãe da vítima.
A mãe de Ingrid, a doméstica Maria Diana Veloso, de 24 anos, disse que estava tratando um peixe, no interior da quitinete onde mora, que pertence à irmã do autor do crime, quando a mãe e o padrasto de Edmir, identificados apenas como Rosenis Cardoso e “Voador”, invadiram o imóvel tentando escapar de Bill, que corria atrás deles com uma faca. O casal teria se trancado na quitinete, impedindo Diana de sair para pegar a filha que brincava no quintal. “Eu dizia para eles me deixarem sair para pegar minha filha e eles não deixavam, dizendo que ele não iria fazer nada contra ela. Só abriram a porta, depois que viram por um buraco que Edmir tinha furado minha filha”, contou Diana.
Foto: Alessandro Silva e divulgação

Edmir sofreu tentativa de linchamento após matar Ingrid (detalhe)
A doméstica afirmou que, depois da porta aberta, correu em direção à criança, pegou ela em seus braços, saindo correndo em busca de socorro. Edmir ainda teria corrido para matar Diana que tentava socorrer a menina, mas foi impedido pelo avô materno de Ingrid, o vigilante Raimundo Machado da Silva, de 49 anos, que também estava no local, e se atracou com o acusado. “Nunca pensei que Edmir fosse fazer isso com minha filha. Ela chamava por Bill quando ele estava em casa. Ingrid nem chorou quando foi furada. Não sei como vou viver agora sem minha filha”, declarou Maria Diana, que está gravida de quatro meses e já teria perdido um filho em outra gravidez.Segundo parentes da menina, Edmir foi preso, amarrado e trancado dentro de casa, mas a população invadiu o local dando início a um espancamento, com chutes e pauladas. “Eles só pararam porque pensaram que ele estava morto. Logo depois, a polícia chegou e levou Bill ainda respirando para o hospital”, contou uma vizinha, que preferiu não ser identificada.
Maria Diana relatou que, desde o início da manhã, a mãe do acusado estava pedindo ajuda para chamar o Corpo de Bombeiros, a fim de conduzir Bill para uma clínica psiquiátrica. Populares disseram que Edmir seria usuário de drogas e pertencente a uma família de traficantes, vindo da Pirâmide, e que ele teria matado uma pessoa neste bairro e ferido um senhor chamado Cleber para roubá-lo, na Raposa. “Eu só quero Justiça. Esse homem matou minha neta e não pode ficar em liberdade. Se ele é doido ou drogado, isso não dá o direito de matar uma inocente”, disse a avó materna da criança, Antônia Veloso Silva.
O corpo de Ingrid Silva Coutinho, filha do pescador Claudionilson Freitas Coutinho, de 26 anos, foi velado no próprio bairro onde morava, na casa de um amigo da família, e será enterrado hoje (27) no cemitério da Raposa.
Por medida de segurança, depois de ser medicado no Hospital Municipal Clementino Moura (Socorrão 2), Edmir Cardoso de Azevedo foi encaminhado para a Delegacia Especial de Paço do Lumiar onde foi autuado em flagrante por homicídio doloso, pelo delegado Francisco Cardoso, titular da Delegacia da Raposa.
Versão da família do acusado – Na delegacia de Paço do Lumiar, familiares de Edmir Cardoso contaram outra versão dos fatos. Segundo Vilma de Fátima Cardoso Guimarães, tia do acusado, o sobrinho tem problemas mentais, toma remédios controlados e já teria sido internado várias vezes.
De acordo com Vilma, Edmir estava em crise desde sábado (24), e não sabia o que estava fazendo. Ela afirmou que diante da falta de controle do sobrinho, os vizinhos saíram na rua, inclusive Maria Diana, para ver o que estava acontecendo e que a mãe do acusado teria gritado várias vezes para que a doméstica tirasse Ingrid da rua, porque sabia que o filho estava fora de si.
“Ele estava agitado, se golpeando com a faca que não o furava. Bill não sabe que matou a criança. Quando estava bem, dizia que em criança não se bate e sim se conversa”, justificou a tia de Edmir, que também ressaltou que seu sobrinho estava desaparecido desde sábado e só chegou em casa na madrugada de ontem, espancado.
Apesar das justificativas dadas pela família de Edmir, de que ele teria problemas mentais, o delegado explicou que não existem comprovações para isso e que caberá à Justiça avaliar essa questão.
Ameaças – Familiares de Ingrid teme represálias por parte do irmão de Edmir, cujo nome não souberam informar. Ele já esteve preso, mas agora está em liberdade e teria ameaçado a mãe da vítima.
Natal banhado de sangue em SL com 18 mortes
O Instituto Médico Legal (IML), da capital maranhense, registrou a morte de 18 pessoas durante o feriado do Natal, compreendendo a madrugada de sábado (24) e a noite de domingo (25), na região metropolitana de São Luís. Dez corpos foram de vítimas de homicídios e oito de três acidentes automobilísticos, ocorridos na Avenida Guajajaras, Estrada da Raposa e Panaquatira.
A primeira morte registrada pelo IML, na madrugada de sábado, foi a de Luís Fernando de Jesus Campos, de 23 anos, atingido a golpes de faca e tiros, no Bairro da Liberdade. Ele ainda foi socorrido e levado para o Hospital Municipal Djalma Marques (Socorrão 1), mas não resistiu aos ferimentos.
No início da manhã de sábado, por volta das 6h, deu entrada no IML o corpo de Rildo Ramos dos Reis, de 29 anos. Rildo foi morto com uso de arma branca, tendo sido degolado, na Cidade Olímpica.
Ainda no sábado, porém à tarde, foi registrada a morte de Gisélia Câmara Dominice, de 31 anos. Ela foi assassinada com golpes de faca no pescoço, no interior da barraca onde morava, às margens do Rio das Bicas – na Areinha.
Os crimes ocorridos no domingo, dia de Natal, começaram a ser registrados ainda na madrugada com a morte do adolescente Vanderson Santos Mendes, de 16 anos. Ele foi baleado no Bairro do Barreto, mas morreu no Socorrão 1.
Logo após, foi anotada no livro do IML a morte de Halisson de Jesus Furtado Gonçalves, de 26 anos. Ele e André Alves Gomes, que tinha a mesma idade do seu amigo, foram assassinados a tiros por uma pessoa que os dois, na companhia de mais três homens, teriam assaltado na Santa Efigênia – área da Cidade Operária. André ainda foi socorrido, mas morreu no Hospital Municipal Clementino Moura (Socorrão 2).
Outra vítima de homicídio, ocorrido no domingo, foi Natanael Santos da Silva, de 41 anos, morto a tiros na Gancharia/Anjo da Guarda. Quem também deu entrada no IML, desta vez morto com arma branca, foi Anselmo Marques Borges, 26, morto com uso de arma branca, no Altos do Turu – região do Parque Vitória.
Os dois últimos corpos a darem entrada na sala de necropsia do IML, no domingo, foram os de Deoclides de Sousa Lopes, de 52 anos, e de Zilmar Campos Escócio, 39. O primeiro foi morto a facadas, na Vila Luizão; e o segundo, a tiros, na Liberdade.
Acidentes – Fora o alto número de homicídios registrados no final de semana, o que também chamou atenção foi a quantidade de pessoas mortas vítimas de acidente de trânsito, na Grande Ilha, um total de oito, todas durante o dia de domingo. Em duas das ocorrências, morreram sete pessoas, quatro na Avenida Guajajaras e três no Panaquatira.
O primeiro acidente foi registrado por volta das 10h30, na Avenida Guajajaras, envolvendo uma caminhonete Mahindra e uma motocicleta. Neste, morreram três ocupantes da picape e o garupa da moto. Os mortos foram identificados como André Ricardo Silva Cherrim, de 24 anos (garupa da motocicleta); Alana Larissa Costa Santos, 16; Paulo Henrique de Jesus Melo, 23; e Polyanna Michely de Jesus Morais, 21. Esta ocorrência deixou várias pessoas feridas, que foram levadas para o Socorrão 2.
Por volta das 12h30, no Panaquatira, foi registrado outro acidente de trânsito com morte. Desta vez, morreram três pessoas da mesma família, a mãe, um filho e uma sobrinha da mulher.
Segundo informações do Plantão Central da Cidade Operária, as vítimas ocupavam um veículo Celta vermelho, com mais outros parentes, quando foram surpreendidos por um Siena que colidiu frontalmente com o Celta. Os morto neste acidente foram Maria do Espírito Santos Rabelo da Costa Sous, de 42 anos; a sobrinha dela, Ana Priscila Costa Santos, 18; e o filho da primeira vítima, identificado como Rannierisson Costa de Sousa, que conduzia o Celta.
Durante a tarde de domingo, foi registrada ainda a morte do motoqueiro Antônio Gerson da Silva Costa, de 24 anos. Ele pilotava uma motocicleta na estrada que liga o Araçagi ao município de Raposa (MA-202), quando se chocou de frente com um ônibus que faz a linha Raposa/Araçagi.
A primeira morte registrada pelo IML, na madrugada de sábado, foi a de Luís Fernando de Jesus Campos, de 23 anos, atingido a golpes de faca e tiros, no Bairro da Liberdade. Ele ainda foi socorrido e levado para o Hospital Municipal Djalma Marques (Socorrão 1), mas não resistiu aos ferimentos.
No início da manhã de sábado, por volta das 6h, deu entrada no IML o corpo de Rildo Ramos dos Reis, de 29 anos. Rildo foi morto com uso de arma branca, tendo sido degolado, na Cidade Olímpica.
Ainda no sábado, porém à tarde, foi registrada a morte de Gisélia Câmara Dominice, de 31 anos. Ela foi assassinada com golpes de faca no pescoço, no interior da barraca onde morava, às margens do Rio das Bicas – na Areinha.
Os crimes ocorridos no domingo, dia de Natal, começaram a ser registrados ainda na madrugada com a morte do adolescente Vanderson Santos Mendes, de 16 anos. Ele foi baleado no Bairro do Barreto, mas morreu no Socorrão 1.
Logo após, foi anotada no livro do IML a morte de Halisson de Jesus Furtado Gonçalves, de 26 anos. Ele e André Alves Gomes, que tinha a mesma idade do seu amigo, foram assassinados a tiros por uma pessoa que os dois, na companhia de mais três homens, teriam assaltado na Santa Efigênia – área da Cidade Operária. André ainda foi socorrido, mas morreu no Hospital Municipal Clementino Moura (Socorrão 2).
Outra vítima de homicídio, ocorrido no domingo, foi Natanael Santos da Silva, de 41 anos, morto a tiros na Gancharia/Anjo da Guarda. Quem também deu entrada no IML, desta vez morto com arma branca, foi Anselmo Marques Borges, 26, morto com uso de arma branca, no Altos do Turu – região do Parque Vitória.
Os dois últimos corpos a darem entrada na sala de necropsia do IML, no domingo, foram os de Deoclides de Sousa Lopes, de 52 anos, e de Zilmar Campos Escócio, 39. O primeiro foi morto a facadas, na Vila Luizão; e o segundo, a tiros, na Liberdade.
Acidentes – Fora o alto número de homicídios registrados no final de semana, o que também chamou atenção foi a quantidade de pessoas mortas vítimas de acidente de trânsito, na Grande Ilha, um total de oito, todas durante o dia de domingo. Em duas das ocorrências, morreram sete pessoas, quatro na Avenida Guajajaras e três no Panaquatira.
O primeiro acidente foi registrado por volta das 10h30, na Avenida Guajajaras, envolvendo uma caminhonete Mahindra e uma motocicleta. Neste, morreram três ocupantes da picape e o garupa da moto. Os mortos foram identificados como André Ricardo Silva Cherrim, de 24 anos (garupa da motocicleta); Alana Larissa Costa Santos, 16; Paulo Henrique de Jesus Melo, 23; e Polyanna Michely de Jesus Morais, 21. Esta ocorrência deixou várias pessoas feridas, que foram levadas para o Socorrão 2.
Por volta das 12h30, no Panaquatira, foi registrado outro acidente de trânsito com morte. Desta vez, morreram três pessoas da mesma família, a mãe, um filho e uma sobrinha da mulher.
Segundo informações do Plantão Central da Cidade Operária, as vítimas ocupavam um veículo Celta vermelho, com mais outros parentes, quando foram surpreendidos por um Siena que colidiu frontalmente com o Celta. Os morto neste acidente foram Maria do Espírito Santos Rabelo da Costa Sous, de 42 anos; a sobrinha dela, Ana Priscila Costa Santos, 18; e o filho da primeira vítima, identificado como Rannierisson Costa de Sousa, que conduzia o Celta.
Durante a tarde de domingo, foi registrada ainda a morte do motoqueiro Antônio Gerson da Silva Costa, de 24 anos. Ele pilotava uma motocicleta na estrada que liga o Araçagi ao município de Raposa (MA-202), quando se chocou de frente com um ônibus que faz a linha Raposa/Araçagi.
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