quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Suspeitos de envolvimento na morte do sargento da PM são presos

SÃO LUÍS - O Serviço de Inteligência da Polícia Militar prendeu, na noite de ontem (15), duas pessoas suspeitas de envolvimento no homicídio que vitimou o 3º sargento da PM, Gilmar Santana Cruz de Azevedo, de 52 anos , lotado no 1º BPM. O crime aconteceu quando o policial se deslocava para sua residência no coletivo que fazia linha Jardim Tropical/Terminal São Cristóvão. No momento do crime, o PM estava à paisana carregando uma sacola com a farda e a arma. Nem os objetos e nem arma do militar foram subtraídos.
De acordo com a polícia, o militar estava no interior do ônibus no momento em que foi alvejado com dois tiros, disparados por um dos homens que estavam em uma motocicleta, de cor preta, e que aguardava o ônibus parar e cometer o homicídio. O sargento Gilmar Santana chegou a ser socorrido, mas não resistiu aos ferimentos e morreu no Socorrão II.
Após o crime, as equipes do Serviço de Inteligência deram início às diligências para identificar e prender os suspeitos. Segundo a polícia, cinco pessoas estariam envolvidas na morte do PM. A polícia afirmou ainda que os suspeitos são integrantes do grupo do “Subzero”, que vem cometendo ações criminosas na região.
Estão detidos: Jackson Dutra Ataíde, morador do bairro São José; Carlos Jorge Rabelo Frazão, conhecido como “Jorginho”, ambos de 21 anos; e Pedro Ricardo Sousa, de 18 anos. De acordo com o Centro Integrado de Operações de Segurança (Ciops), durante a perseguição, Paulo Henrique Rabelo Frazão, conhecido como “Pé de bola”, irmão de Jorginho, armado com um revólver calibre 38 de marca Taurus, atirou em direção à guarnição e acabou sendo atingido no confronto. Ele ainda foi levado para o Socorrão II, mas não resistiu.
Em poder do trio, a polícia ainda apreendeu 140 trouxinhas de crack. A arma e o entorpecente foram encaminhados para o Instituto de Criminalística do Maranhão (Icrim) para serem periciados.
As polícias Civil e Militar estão em diligências para identificar outros dois suspeitos que fazem parte do bando e que empreenderam fuga no momento da ação policial.
Em relação à motivação do crime, nenhuma linha de investigação foi descartada. Segundo a Superintendência de Polícia Civil da Capital (SPCC), o inquérito está sob a responsabilidade do delegado Roberval Rodrigues, titular do 19º Distrito Policial no Jardim Tropical.
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Com informações da Secom do governo do Estado.

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