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sexta-feira, 7 de junho de 2013

Registros de arrombamentos de caixas eletrônicos subiram 90%

O Estado é o 10º do país em registros de assaltos a caixas eletrônicos – dentro e fora das agências. Foram registrados 36 casos ano passado, contra 23 em 2011 – um crescimento 56,52% nos registros. Os dados são pesquisa nacional da Confederação dos Vigilantes. Os casos abrangem tentativas de assaltos e assaltos consumados, além de arrombamentos a caixas eletrônicos. No Brasil, os ataques aos caixas cresceram 50,48% em 2012 com 1.261 ocorrências; em 2011, foram 753 ataques.

Considerando os dados do Sindbancários, o número de assaltos às agências diminuiu em 100%: de 12 casos em 2011 para cinco em 2012. No entanto, os arrombamentos de caixas eletrônicos subiram mais de 90%: em 2011 foram 36 casos e em 2012, 67 ocorrências. Segundo o setor de ocorrências a bancos da Superintendência Especial de Investigação Criminal (Seic), apesar de várias quadrilhas terem sido desarticuladas no estado, o combate a este tipo de crime é mais difícil pela abordagem dos suspeitos ser mais discretos, as ações serem realizadas geralmente à noite, possuem equipes mistas de pessoas da região e que vem de fora e andar com equipamentos como serras e maçaricos, cuja posse não constitui necessariamente crime.

O alto risco de assaltos e insegurança de funcionários e clientes levou à desativação de caixas eletrônicos em parte dos estabelecimentos comerciais, postos de combustíveis e órgãos públicos na capital. Farmácias e supermercados, por exemplo, estão abrindo mão do serviço frente ao perigo que pode causar. O caso mais recente foi o arrombamento de um terminal de caixa eletrônico do Banco do Brasil, que funcionava dentro da Secretaria Municipal de Obras e Serviços Públicos (Semosp), na madrugada do último sábado. O equipamento está desativado.

Segundo dados do Sindicato dos Bancários do Maranhão (Sindbancários), de janeiro de 2011 a 1º deste mês, foram registrados 20 ocorrências a caixas eletrônicos em comércios e prédios públicos. Por causa do problema, houve desativação destes terminais no Távola Center (Areinha), na Secretaria Municipal de Saúde (Parque Bom Menino), no Moraes Center (Cohafuma) e de uma farmácia na feira da Liberdade.

Sem se identificar, um funcionário de escritório no Távola Center disse que, sem segurança, não vale a pena ter o serviço. “Por se tratar de espaços privados, os bancos não se responsabilizam pela segurança, então, o cliente fica muito exposto e alvo fácil de bandidos”, disse ele, que prefere enfrentar as filas nas agências a utilizar os caixas eletrônicos em alguns estabelecimentos.

Os principais alvos são equipamentos do Banco do Brasil, seguido pelo Bradesco, Santander e Caixa Econômica Federal. A capital concentra o maior número de casos, mas municípios do interior também registraram ocorrências deste tipo. Terminais em Grajaú, Araguanã e São Pedro de Água Branca também foram alvo da ação de suspeitos, de acordo com os dados do Sindbancários. Os estabelecimentos comerciais são os mais visados, seguido por órgãos públicos.

Segundo o Núcleo de Comunicação, Patrocínios e Eventos do Banco do Brasil, foram registradas três ocorrências deste tipo de ação, desde janeiro. Para dispor o serviço em pontos comerciais é considerada “a reciprocidade do órgão público ou cliente”. Para desativar o serviço, cabe a qualquer uma das partes, de acordo com a conveniência de cada um. Já a segurança, cabe ao estabelecimento onde o terminal está instalado. A reportagem procurou ainda a assessoria da Caixa Econômica Federal (CEF), mas não obteve retorno até o fechamento da edição.

MEMÓRIA//Arrombamento
O caixa eletrônico localizado na sede da Semosp, na avenida Guajajaras, foi arrombado por volta da meia noite do último sábado. Segundo as informações, dois homens armados participaram da ação. Eles renderam e amarraram o vigilante do local para praticar o assalto. Não foi informado se alguma quantia foi levada. O caso foi registrado da Delegacia da Cidade Operária (Decop).

Ministério da Fazenda abre concurso com 347 vagas para nível superior

     
Autorizado em abril de 2013, o concurso do Ministério da Fazenda (MF), com 347 vagas, teve seu edital lançado nesta sexta-feira (7/6) no Diário Oficial da União. Todas as oportunidades são de nível superior para cargos de analista técnico-administrativo (192 vagas) (qualquer área de formação), engenheiro (58), contador (47), arquiteto (31) e pedagogo (19). As informações foram divulgadas a partir da página 122 da terceira seção.

Os salários de analista técnico-administrativo, contador e pedagogo são de R$ 3.977,42 e para arquiteto e engenheiro são de R$ 5.081,18. Do total de chances, 129 são no Distrito Federal, 15 na Bahia, 14 no Ceará, uma no Espírito Santo, duas no Maranhão, 21 em Minas Gerais, duas em Mato Grosso do Sul, duas em Mato Grosso, 17 no Pará, duas na Paraíba, 14 em Pernambuco, 22 no Paraná, 29 no Rio de Janeiro, duas no Rio Grande do Norte, 24 no Rio Grande do Sul e 51 em São Paulo.

Interessados podem se inscrever das 10h do dia 17 de junho até as 23h59 do dia 30 do mesmo mês, por meio do site www.esaf.fazenda.gov.br. A taxa de participação é de R$ 90.

A seleção se dará mediante provas objetivas de conhecimentos básicos e específicos, na data provável de 1º de setembro, e prova discursiva. As avaliações serão realizadas em todas as 27 capitais brasileiras. A avaliação de conhecimentos terá as disciplinas de língua portuguesa, atualidades, raciocínio lógico-quantitativo, direito constitucional, direito administrativo e informática básica.

Saiba mais
O certame mais recente do Ministério da Fazenda, em 2012, ofertou 463 vagas, com salário de R$ 2,8 mil. Ao todo se inscreveram 77.339 candidatos, cerca de 167,03 por cada chance. Apenas no Distrito Federal foram contabilizados 48.093 inscritos (149,35 por vaga). Os 29.246 cadastros restantes foram para lotação em São Paulo (207,41 por cada uma das 141 chances abertas).

As provas objetivas foram aplicadas no dia 21 de outubro e tiveram questões de língua portuguesa, raciocínio lógico-quantitativo, conhecimentos de informática, direito administrativo e constitucional, arquivologia e gestão pública. As chances são destinadas ao cargo de assistente técnico-administrativo, que oferta salário de R$ 2,8 mil.

Gangues marcam confronto pela internet no Bom Menino

Grupos de adolescentes foram apreendidos ontem pela polícia após troca de tiros.
Uma briga marcada pela internet e com tiroteio entre guardas municipais da Secretaria Municipal de Segurança com Cidadania (Semusc) causou pânico aos frequentadores do Parque do Bom Menino na tarde de ontem. Cinco adolescentes envolvidos na briga foram apreendidos por policiais militares e levados à Delegacia do Adolescente Infrator (DAI).
Segundo um dos administradores do parque, Anderson Seabra, a correria no local ocorreu por volta de 17h, quando dois grupos rivais iniciaram uma briga ao lado do Ginásio Tião, próximo de onde fica a direção do parque. Guardas municipais que fazem a segurança na área foram até o ponto onde estavam as duas gangues e depois de evitar o confronto precisou fazer três disparos.
“Eu estava estacionando o carro quando ouvi os tiros e uma correria dentro do parque e só tive conhecimento do que estava acontecendo quando procurei os guardas e demais funcionários para pedir explicações”, disse Seabra.
O Parque do Bom Menino estava cheio em função das comemorações pela Semana do Meio Ambiente, mas há algumas semanas o público registrado no local tem sido bem acima da média, a maioria de estudantes.
 
 
 
Leia mais na edição on-line de O Estado.

Homem é preso depois de abusar sexualmente da filha

Jackson Silva Lima foi preso durante operação policial.
BACABAL - Operação conjunta, entre policiais dos municípios de Bacabal e Alto Alegre, prendeu Jackson Silva Lima, acusado de estuprar a própria filha, de 16 anos.
O crime cometido por Jackson foi realizado em um matagal, depois que a jovem retornou do colégio. Segundo informações da Rádio Mirante AM, ele foi preso enquanto se preparava para fugir, no Terminal Rodoviário de Bacabal.

Três adolescentes assassinados em São Luís, em menos de 24h

Os crimes aconteceram no Cruzeiro do Anil, em Santa Bárbara e na Vila Sarney, respectivamente.
 
SÃO LUÍS - Três menores assassinados em São Luís, em menos de 24 horas. Segundo informações da Rádio Mirante AM, um jovem, identificado como Ítalo, foi morto na noite de quarta-feira (5), no Cruzeiro do Anil.
No fim da manhã dessa quinta-feira (6), um adolescente, de 17 anos, foi assassinado com três tiros em Santa Bárbara. Já na tarde de ontem, foi Bruno Gomes Maia, de 14 anos, em um campo de futebol na Vila Sarney. Ele teria sido alvejado, nas costas, por outro adolescente.

quinta-feira, 6 de junho de 2013

No Porto do Itaqui, projeto de terminal de grãos se arrasta há 10 anos

Projeto já foi cancelado quatro vezes e agora está em terraplanagem.
Empresa de Administração Portuária projeta novos terminais.

Porto do Itaqui é quinto maior em movimentação de cargas do país (Foto: Mieko Wada/G1)
Porto do Itaqui é quinto maior em movimentação de cargas do país (Foto: Mieko Wada/G1)
Quinto maior em movimentação do Brasil e o primeiro da região Norte/Nordeste, o Porto do Itaqui, segundo em operação de granéis líquidos do país, movimentou no ano passado 15,7 milhões de toneladas de cargas, um aumento de 12% em relação ao ano anterior. Apesar de ser responsável pela exportação de 60% dos bens produzidos nos estados do Maranhão, Piauí, Tocantins e Bahia, o porto ainda sofre com a morosidade na execução de projetos de investimentos e a integração entre os poderes municipal, estadual e federal.
Porto - São Luís (Foto: Arte/G1)
Um exemplo é o Terminal de Grãos do Maranhão, cujo projeto existe há 10 anos. De 2003 até hoje, já foram feitos quatro cancelamentos do projeto. Apenas no ano passado ele foi licitado. Em 2013, teve início o processo de terraplanagem.
Com a construção do Terminal de Grãos do Maranhão, o Porto do Itaqui, que hoje movimenta 3,2 milhões de toneladas de grãos anualmente, terá capacidade para escoar 5 milhões de toneladas de grãos a partir do primeiro semestre de 2014. Na segunda fase do projeto, a capacidade deve dobrar e atingir 10 milhões de toneladas, de acordo com a Empresa Maranhense de Administração Portuária (Emap). Uma vez concluída, a obra muda o eixo de exportação de grãos do país.
Diferente de outros portos, no Itaqui não há falta de berços. São sete no total. Um foi inaugurado em dezembro. Só que não pode ajudar a escoar a supersafra porque não possui armazém para estocar os grãos nem esteira para carregar os navios.
“Percebemos que a falta de diálogo entre os governos emperra os avanços. É possível notar a clara diferença entre o crescimento dos portos administrados pela iniciativa privada e os públicos. Quando olhamos o tempo de espera para o desembarque do minério, por exemplo, que é operado pela Vale, é algo incomparável ao tempo das cargas gerais. É muito rápido, eficiente, porque tem mão de obra própria, equipamentos modernos”, ressalta o especialista em portos e coordenador do curso de gestão portuária da Universidade Federal do Maranhão, Sérgio Cutrim.
Fila de caminhões aguardando para descarregar (Foto: Mieko Wada/G1)
Fila de caminhões aguardando para descarregar
(Foto: Mieko Wada/G1)
Tempo de espera
O tempo de espera é uma das principais reclamações de quem faz descarga de insumos, caso do caminhoneiro Marcone Sousa, que diz já ter presenciado até a perda de carga por conta do tempo dispensado para fazer o descarregamento. “Aqui tem muita fila. Já vi gente perder mercadoria porque passou tanto tempo que enfrentou chuva. Em dias com menos movimento, dá para fazer até quatro viagens. Hoje, por exemplo, só será possível fazer duas, no máximo”, contou o caminhoneiro, em uma fila no fim de maio.
Multimodal
Derivados de petróleo, soja, ferro gusa, milho, cobre, álcool, alumínio, contêiner, carga geral, fertilizantes, carvão, cimento, antracita/betonita, arroz, calcário, trigo, trilhos, GLP, manganês, arroz, clínquer, fluoreto são as cargas movimentadas no Porto do Itaqui.
Para isso, o porto conta com localização estratégica na costa da região Nordeste e rotas mais curtas para Europa e EUA, tem rede rodoviária com mais de 55 mil km, ligando rodovias federais, estaduais e municipais, rede ferroviária formada pela Transnordestina Logística S.A. (TLSA) e Estrada de Ferro Carajás (EFC)/Ferrovia Norte-Sul (FNS), além de proximidade do Distrito Industrial de São Luís e do aeroporto internacional, e canal de acesso com largura mínima de 500 metros e profundidade de 23 metros.

“O Porto do Itaqui tem localização geográfica privilegiada. Além disso, conta com um calado natural, que é a distância entre a linha d’água e a quilha do navio, de 23 metros. É um dos maiores do mundo. Outra vantagem natural é a proximidade com o canal do Panamá, o que falicita a chegada ao mercado asiático. Também é mais próximo ao mercado europeu, americano e asiático. Para se ter uma ideia, são seis horas a menos para chegar à China em relação ao Porto de Santos”, explica o especialista Sérgio Cutrim.

Algumas dessas vantagens, no entanto, são questionadas por quem opera no porto. “Durante anos se falou que o Itaqui é um dos maiores em profundidade. E daí, se isso não se configurar em benefícios, como redução de custos de operação? Vão continuar com esse discurso, sem conseguir por em prática. O Itaqui é ineficiente, se você retirar do Complexo Portuário o píer da Vale e o da Alumar. Hoje nós encontramos problemas com a infraestrutura portuária, com o caos de acostagem, com infraestrutura terrestre (como pátios, armazéns), custos tarifários das tabelas para movimentação de carga em relação aos portos da região, e o custo da mão de obra avulsa, que é exorbitante", diz o presidente do Sindicato dos Operadores Portuários do Estado do Maranhão, Antônio Jansen.
De acordo com Jansen, a jornada de trabalho também é um ponto questionável. "O Itaqui para quatro horas por dia: das 11h30 às 13h30 e das 23h30 a 1h30. Isso gera demanda de navio lá fora, esperando para atracar. Em 24 horas você trabalha 20h. Em média, nesse prazo, o porto deixa de movimentar 4 mil toneladas de cargas de graneis sólidos. Todos perdem. A cada cinco dias, você perde um dia de trabalho. Isso é um absurdo. Isso é uma dificuldade muito grande para o operador portuário", afirma.
Navio desembarcando fertilizantes no berço 102 do Porto do Itaqui (Foto: Mieko Wada/G1)
Navio desembarcando fertilizantes no berço 102 do Porto do Itaqui (Foto: Mieko Wada/G1)
A infraestrutura do porto também é questionada pelos portuários avulsos. “O principal problema que enfrentamos se refere à infraestrutura, pois não temos equipamentos adequados para trabalhar, como guindastes para fazer operações, e isso significa atraso. A logística de transporte é deficiente, assim como a portaria do porto, onde há muita demora para a liberação de caminhões. Temos problemas também de balanças. Hoje temos três instaladas no porto, mas normalmente só operam duas, porque sempre tem uma com problema. Esses gargalos precisam ser retirados para que o Itaqui se torne mais atraente”, afirma João José Pereira Teixeira, presidente do Sindicato dos Trabalhadores Portuários Avulsos, de Capatazia, Arrumadores e Movimentadores de Mercadorias em Geral de São Luís, Maranhão.
Terminais
A Empresa Maranhense de Administração Portuária afirma que entre os projetos com previsão de execução entre 2016 e 2020 estão o Terminal de Contêiner, cuja primeira fase terá mais um berço, retroárea, ponte de acesso e área de estocagem em terra, e o Terminal de Fertilizantes, que tem projeto estruturante com um novo berço dedicado a essa carga com previsão de ser licitado em 2014 e capacidade final de 5 milhões de toneladas por ano, três lotes, dois armazéns por lote medindo 5 mil m² e capacidade de 25 mil toneladas, totalizando 150 mil toneladas de capacidade estática.
A estimativa é que o crescimento médio seja de 31% na movimentação de fertilizantes, acompanhando a tendência de crescimento da movimentação de grãos, do setor sucroalcooleiro, do algodão de produtos florestais. A movimentação de fertilizantes no Itaqui em 2012 foi de 1,2 milhão em cargas, representando 16% dos granéis sólidos e 8% do total das cargas movimentadas no ano.

Há ainda o Terminal de Pellets e Celulose, cuja previsão é de capacidade para até 3 milhões de toneladas por ano e investimentos da iniciativa privada estimados em R$ 230 milhões.

MP dos Portos
Aprovada pelo Senado quatro horas e meia antes de perder a validade, depois de 41 horas de debate na Câmara, a Medida Provisória 595/2012, conhecida como MP dos Portos, estabelece novos critérios para a exploração e arrendamento (por meio de contratos de cessão para uso) para a iniciativa privada de terminais de movimentação de carga em portos públicos e gera polêmica no Porto de Itaqui.
Rebocadores no berço 100, recém-inaugurado pela presidente Dilma Rousseff (Foto: Mieko Wada/G1)
Rebocadores no berço 100, recém-inaugurado
pela presidente Dilma Rousseff (Foto: Mieko
Wada/G1)
Para o diretor presidente do Órgão Gestor de Mão de obra (Ogmo), Ricardo Micucci, a medida implica em disputa de mercado. “O papel do órgão é ceder trabalhador para empresas. Como o privado não contrata a mão de obra da Ogmo, isso significa que poderá ter menos oportunidades. No porto público não muda nada. Agora, se a carga migrar para o porto privado, aí sim haverá competição. E vai depender da melhor oferta", avalia.
De acordo com o advogado especialista em direito marítimo e portuário, Saulo Gomes, o principal ponto a ser questionado é o fim da autonomia do Conselho da Autoridade Portuária (CAP). “Acho fundamental discutir a centralização das decisões em âmbito federal. Pelo modelo anterior, o CAP tinha autonomia para definir tarifas, para elaborar o plano de zoneamento. Com a MP, foi extinto o poder deliberativo do órgão, que passa a ser apenas consultivo, se manifestando por meio de parecer. As grandes decisões vão ter que passar por Brasília. O problema é que não há estrutura para dar suporte para todos os portos. Não tem corpo administrativo federal para isso", pondera.
Há ainda quem esteja temeroso com o futuro da categoria. “Estamos receosos, porque em momento nenhum ela mostra que vai beneficiar o trabalhador avulso. Somos pais de família. Meu maior medo é que a MP venha trazer a extinção da categoria, que muito já cooperou para o crescimento deste país”, finalizou João José Pereira Teixeira.

Encontrada adolescente de João Lisboa desaparecida há dois meses

A menor teria partido com o namorado, que a mãe não aprovava.
Dois conselheiros tutelares a resgataram em Goiânia.

Já está em casa a menor desaparecida há mais de dois meses, em João Lisboa, a 12 km de Imperatriz. Ela teria deixado a casa dos pais e partido com o homem com quem namorava, acusado de cometer um homicídio na cidade.
A mãe da menor diz que era contra o relacionamento da filha. Mesmo assim, ele a procurava com frequencia.
Segundo Dulcilene Barros, foram semanas de muita angustia, até que no domingo (26) de madrugada, ela recebeu um telefonema do homem que fugiu levando a filha dela.
A menor ficou longe da família sem fazer nenhum tipo de contato por quase dois meses. O acusado de assassinato e de ter sequestrado a menor continua foragido. Após o resgate feito pelo Conselho Tutuelar de João Lisboa, a menor foi entregue a família na sexta feira (31).
Dois conselheiros tutelares viajaram para a cidade de Goiânia e lá encontraram a filha de Dulcilene, que já havia sido abrigada por uma instituição de amparo a mulheres vítimas de violência.
De acordo com a mãe da menor, que fez 15 anos na semana passada, a filha está grávida, mas se recupera bem do sequestro e já voltou a estudar.