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segunda-feira, 8 de abril de 2013

Caminhão tomba no Elevado da Cohama em São Luís

Veículo com frutas não suportou o peso da carga e acabou tombando.
Agentes da SMTT estiveram no local para orientar o trânsito.

           
Um caminhão carregado com frutas tombou na manhã desta segunda-feira (8) no elevado da Cohama em São Luís. Ao tentar passar pela rotatória, o caminhão tombou com o peso da carga, que ficou espalhada pela Avenida Jerônimo de Albuquerque.

Agentes da Secretaria Municipal de Trânsito e Transportes (SMTT) estiveram no local para orientar motoristas, já que o trânsito ficou lento no local. Ninguém ficou ferido.

MP denuncia prefeito de Governador Nunes Freire por improbidade

Marcel Dantas anulou concurso alegando aumento de despesa com pessoal.
MP diz que candidatos não tiverma sequer chance de defesa.

                                   
O Ministério Público do Maranhão (MP-MA) denunciou o prefeito de Governador Nunes Freires Marcel Everton Dantas Silva por improbidade administrativa. De acordo com o promotor de Justiça Hagamenon Azevedo, ele anulou a nomeação de candidatos aprovados como excedentes em concurso público realizado em 2010.
À época, o prefeito disse que a anulação foi motivada pelo aumento de despesas com pessoal nos 180 dias anteriores ao final do mandato do gestor anterior Indalécio Wanderley. No entanto, para o MP-MA, o ato administrativo do prefeito não demonstra de forma inequívoca que as nomeações resultaram em aumento de despesa com pessoal.
O promotor alega que a exoneração ocorreu sem dar possibilidade de defesa aos convocados que já tinham sido nomeados e já estavam prestando serviços ao Município nos meses de dezembro de 2012 e janeiro de 2013. Os servidores exonerados foram aprovados e/ou classificados em concurso público, cujos resultados finais foram homologados em data anterior aos três meses que antecederam a posse do prefeito eleito.
Na ação civil, o MP-MA requereu à Justiça a decretação da nulidade do ato que anulou o edital de nomeação dos candidatos aprovados no concurso e que o  município de Governador Nunes Freire seja obrigado a reintegrar os servidores nomeados e empossados pelo Edital de Convocação de 26 de novembro de 2012 e atos posteriores,  com o consequente pagamento dos salários respectivos até o momento atual.
O promotor de justiça solicitou também que seja fixada multa no valor de R$ 10 mil, a incidir sobre o patrimônio pessoal do prefeito Marcel Dantas Silva, caso não seja dado fiel cumprimento à medida no prazo de 24 horas.

Prédio de escola indígena ameaça desabar na cidade de Amarante

Na terra indigena Arariboia, prédio da principal escola não tem segurança.
Seduc afirma estar concluindo relatório para iniciar recuperação de prédios.

          
Para centenas de índios, ir para escola é um risco. Na terra indigena Arariboia, em Amarante, a 150 quilômetros de Imperatriz, o prédio da principal escola da comunidade já não oferece segurança para professores e alunos.
Sem alternativa, as aulas que começam nesta semana, vão ser ministradas mesmo no prédio que pode desabar a qualquer momento. Na aldeia as mães estão preocupadas com o início do ano letivo.
A ameaça é por causa desse prédio, que é de madeira e não recebe uma reforma há 30 anos. É do lado de dentro que é possível constatar os problemas. O telhado está caindo. Tem muitos buracos e é um risco para segurança de alunos e professores. Parte da estrutura de madeira está apodrecida.
O prédio onde funciona a escola polo que atende 15 aldeias da terra indígena Araribóia está deteriorado. Só para este ano letivo já foram matriculados mais de 450 alunos.
Alunos que certamente não terão onde sentar para assistir as aulas. É que na escola as poucas cadeiras que existem estão quebradas. Além disso, não tem papel, giz ou quadro. Um foi improvisado na parece, pintado pelos próprios índios.
Este ano uma das três salas da escola foi isolada por total falta de segurança. Os índios dizem que já fizeram muitos apelos por um prédio novo, mas ele nunca saiu do papel.
“Até agora não houve resposta nenhuma, não vieram aqui para falar para a gente se vão reconstruir a escola, como vai ser. Ninguém nem do Estado nem do um município”, afirmou Pedro Carlos Guajajara, coordenador da escola.

Setenta e cinco escolas indígenas na Região Tocantina, inclusive a mostrada na reportagem, estão sob a responsabilidade da Secretaria de Educação do Estado.
O coordenador regional de educação, Agostinho Noleto, disse que está concluindo um relatório sobre as condições físicas dos prédios para iniciar um processo de recuperação.
Como as obras dependem de licitação, Agostinho Noleto, não soube precisar os prazos de quando essas obras serão iniciadas. Ainda segundo o coordenador, mil carteiras foram distribuídas nas escolas indígenas este ano.

Homem é preso suspeito de violentar a filha

Após denúncias, um vendedor ambulante, de 47 anos, foi preso na manhã desta segunda-feira (8) no bairro Goiabal, em São Luís, suspeito de abusar sexualmente da própria filha.
Segundo informações do Plantão Central da Beira-Mar, a jovem, agora com 17 anos, sofria a violência desde os 15, e denunciou o pai. De acordo com a Polícia Civil, o suspeito deve ser ouvido e, caso a violência seja comprovada, ele será encaminhado para uma unidade prisional capital.

Homem é preso suspeito de violentar a filha

Após denúncias, um vendedor ambulante, de 47 anos, foi preso na manhã desta segunda-feira (8) no bairro Goiabal, em São Luís, suspeito de abusar sexualmente da própria filha.
Segundo informações do Plantão Central da Beira-Mar, a jovem, agora com 17 anos, sofria a violência desde os 15, e denunciou o pai. De acordo com a Polícia Civil, o suspeito deve ser ouvido e, caso a violência seja comprovada, ele será encaminhado para uma unidade prisional capital.
O capitão da Polícia Militar Fábio Aurélio Saraiva Silva, o %u201CFábio Capita%u201D, está preso há oito meses acusado de ter fornecido a arma que assassinou o jornalista Décio Sá, em abril de 2012.

   

 
O desembargador Froz Sobrinho concedeu liminar em habeas corpus em favor do capitão da Polícia Militar Fábio Aurélio Saraiva Silva, o “Fábio Capita”, preso há oito meses acusado de ter fornecido a arma que assassinou o jornalista Décio Sá, em abril de 2012.
 
A defesa de Fábio Saraiva entrou com o pedido de liberdade provisória na 1ª Vara do Tribunal do Júri da Capital, que foi recusada na última sexta-feira (5), motivando a impetração de habeas corpus junto ao plantão do Tribunal de Justiça do Maranhão (TJMA), nesse fim de semana.

A negativa da liberdade provisória foi fundamentada no entendimento de que a manutenção da prisão seria necessária para evitar qualquer interferência indevida sobre testemunhas.

Para Froz Sobrinho, esse argumento não se justifica, uma vez que o acusado não tem razão para intervir sobre qualquer testemunha, na medida em que nenhuma delas fez menção ou imputação ao seu nome nos depoimentos.

A única testemunha que teria mencionado o nome de Fábio Capita – e que foi dispensada pelo Ministério Público estadual após se retratar em depoimento – relatou tê-lo visto por duas vezes no sítio do acusado “Júnior Bolinha”. Segundo o desembargador, o fato nunca foi negado pelo capitão, que confirmou amizade e proximidade entre sua família e de “Júnior Bolinha”.

As perícias feitas na arma encontrada em um morro da Avenida Litorânea confirmaram ter sido a mesma que assassinou Décio Sá, contudo foram conclusivas no sentido da impossibilidade de determinar a numeração de série da pistola. Além disso, documento da PMMA informou que o modelo da arma não é utilizado pela corporação no Estado.

O desembargador ressaltou o enquadramento do policial nos requisitos favoráveis à concessão das medidas alternativas da Lei nº 12.403/2011, sendo primário, possuidor de bons antecedentes, residência fixa, família constituída e emprego definido.

“A prisão cautelar tem que se fundar em fatos plausíveis, concretos, não podendo estar embasada em conjecturas, sob pena de fragilizar a garantia do próprio instituto da prisão provisória, que somente pode ser utilizada excepcionalmente”, frisou o magistrado.

A decisão substituiu a prisão de Fábio Capita pelas medidas cautelares de comparecimento periódico em Juízo para justificar atividades laborais; proibição de ausentar-se da comarca sem autorização judicial; recolhimento domiciliar no período noturno e proibição de manter contato com quaisquer das pessoas apontadas como envolvidas no crime e testemunhas arroladas.
 
Com informações do TJ/MA

'Bancário pediu para que não fosse levado', diz sobrinho da vítima à rádio Mirante AM

Polícia está investigando assassinato do bancário e escritor Jether Joran Coelho Martins.
 
 REGIÃO - A Polícia Civil está investigando a morte do bancário e escritos Jether Joran Coelho Martins, de 54 anos, foi encontrado morto com um tiro na nuca na madrugada deste domingo (7), próximo a um motel, na Vila Kiola, no município de São José de Ribamar. Emocionado, o sobrinho da vítima, Allysson Martins, à rádio Mirante AM, contou que Jether Joran foi abordado por três homens quando chegava em casa, no Cohatrac, na noite de sábado (6). Ele disse, ainda, que não assistiu ao sequestro, mas testemunhas contaram para ele que o tio pediu para que não fosse levado pelos criminosos, que fugiram no veículo Fiesta da vítima.

Sequestro

Uma das filhas de Jether Joran estava em casa no momento da ação e avisou a polícia que suspeitou se tratar de um sequestro, mas os sequestradores não entraram em contato com os familiares do bancário. Algumas horas depois do desaparecimento de Jether Joran, seu veículo foi localizado no bairro Maiobão.

Por causa da localização do veículo, a polícia concentrou suas buscas na cidade de Paço do Lumiar, suspeitando que os sequestradores estavam mantendo o bancário em cativeiro em algum bairro do município.

O carro da vítima, um Fiesta, foi encontrado “depenado”, com os objetos como cartões de crédito e as compras de supermercado que ele havia feito antes de ser abordado pelos criminosos, ainda desaparecidos.

Mistério

A polícia está trabalhando com as linhas de investigação de latrocínio [roubo seguido de morte] ou crime de encomenda. A família não desconfia de quem poderia tê-lo cometido, pois Jether Joran era muito querido por todos. Além de trabalhar no banco, ele também era poeta, publicou dois livros e se preparava para lançar o terceiro.

Enterro

O velório de Jether Joran aconteceu ontem na Pax União, Centro, às 15h. Em seguida, seu corpo foi levado em cortejo até Vargem Grande, onde será sepultado nesta segunda-feira, dia 8.