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quinta-feira, 16 de agosto de 2012

Polícia estoura mais três pontos de jogos de azar em São Luis

Onze máquinas caça-níqueis apreendidas e três pessoas conduzidas para a delegacia. Este foi o saldo da ação da Polícia Civil, que estourou, no fim da tarde desta quarta-feira (15), três casas que funcionavam como pontos de jogos de azar na Região Metropolitana de São Luis. Os pontos localizados na área do Coroadinho foram descobertos após um trabalho de investigação, coordenados pelo delegado Jalingson Alan Freire, titular do 10º DP do Bom Jesus.
No primeiro estabelecimento, na Rua Poeta Lazaro, Vila Conceição, a polícia encontrou três máquinas funcionando. No segundo, na Avenida Sarney Filho, no bairro Alto São Sebastião, foram apreendidas quatro e no último ponto, da Rua da Palmeira, na Vila dos Frades, a equipe da Polícia Civil apreendeu mais quatro maquinas, totalizando onze.
De acordo com o delegado, diversas denúncias afirmavam que estes pontos também funcionavam para outras práticas criminosas. “Há um mês deflagramos uma operação onde apreendemos onze máquinas. Depois dessa ação, as denúncias começaram a chegar. Algumas delas indicavam que os pontos eram usados para tráfico de drogas e para prostituição infantil. Vamos continuar investigando para comprovar as informações”, explicou Jalingson Freire.
No momento da apreensão, os proprietários dos estabelecimentos foram conduzidos ao Distrito Policial, onde foram lavrados o Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO). Eles responderão por ter permitido a permanência de jogos de azar nos estabelecimentos.
Todas as máquinas foram levadas ao pátio do 10º DP. Elas serão periciadas pelo Instituto de Criminalística do Maranhão (Icrim). Se comprovadas que foram adulteradas, os proprietários serão autuados e responderão na Lei das Contraversões Penais.

Homem é executado a tiros em praça de Santa Helena

Um homem identificado por Sid Clay Rabelo, conhecido por ‘Sid da Van’ por possuir um veículo que fazia o transporte de passageiros para São Luís, foi executado a tiros em um bar em plena praça pública no município de Santa Helena na noite desta quarta-feira (15).
O crime foi praticado por dois elementos que estavam em uma moto. A polícia trabalha com várias linhas de investigação.

terça-feira, 14 de agosto de 2012

PRF registra 13 acidentes nas últimas horas no MA

Nas últimas horas foram registrados 13 acidentes nas rodovias federais que cortam o Maranhão.
Destes, sete com danos materiais, três com feridos e três acidentes com mortes.
PRISÃO
Em São Francisco no Km 85 da BR 135, às 22h foi preso o condutor do veículo
corsa, por possuir mandado de prisão em aberto pela justiça de São Paulo. A ocorrência encaminhada para delegacia da localidade.

Incêndio destrói ala inteira e provoca pânico no Hospital Carlos Macieira

Um incêndio destruiu ontem (13) uma ala inteira do Hospital Carlos Macieira, conhecido também como Hospital do Ipem, localizado na Avenida Jerônimo de Albuquerque, no Calhau, em São Luís.
Segundo o secretário adjunto da Saúde, José Márcio Leite, primeiro representante da Secretaria Estadual de Saúde (SES) a chegar ao local, o incêndio começou às 9h30, no arquivo da farmácia (1º andar), e se espalhou rapidamente pela ala, devido à alta combustão dos produtos químicos existentes na farmácia.
Foto: Francisco Silva
Homens dos Bombeiros utilizam guindaste para chegar ao foco do incêndio
Foto: Francisco Silva
Paciente é retirado às pressas do interior do hospital
Foto: Francisco Silva
Movimentação de funcionários e familiares dos pacientes foi intensa na parte externa do hospital
Em meio a muita fumaça, que logo tomou conta dos cinco andares do hospital, os mais de 400 pacientes internados no hospital – muitos deles idosos – foram retirados e levados à parte externa (com alguns deixados em colchões, embaixo de árvores), de onde foram transferidos para o Hospital Geral e outras unidades hospitalares de São Luís, como o Hospital Universitário Presidente Dutra, Socorrão 1, unidades de pronto atendimento (UPAs) e alguns hospitais da rede privada.
Com a insuficiência de macas, até cadeiras comuns, de escritório, foram usadas para transportar os pacientes.
Faltou água, e os bombeiros só conseguiram controlar o sinistro às 12h30, com a ajuda de voluntários e de caminhões com água de empresas particulares. O Carlos Macieira não conta com Brigada de Incêndio.
Foto:Francisco silva
Corpo de Bombeiros teve dificuldade para apagar o fogo, devido à falta de estrutura
Foto: Francisco silva
Estudantes da academia da PM e voluntários retiram paciente em maca improvisada com cadeiras
“Foi um Deus nos acuda, pois tivemos que remover no ‘braço’ e às pressas os pacientes internados. E para piorar o carro do Corpo de Bombeiros não veio abastecido com água suficiente e teve que retornar. Foi então que o fogo se alastrou ainda mais”, contou um funcionário.
Policiais militares, cadetes da PM, Defesa Civil, Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e Grupo Tático Aéreo (GTA) também participaram da retirada dos pacientes e de documentos e equipamentos do hospital.
A direção da casa de saúde informou que não houve registro de feridos graves por conta do incêndio, mas o Jornal Pequeno apurou que muitos pacientes da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) tiveram seu estado agravado, pois não puderam contar com a respiração mecânica durante o trajeto da retirada de emergência. Um deles, ao menos, sofreu parada cardíaca e teve de ser reanimado por enfermeiros.
O secretário estadual de Saúde, Ricardo Murad, que estava em Coroatá, chegou ao hospital Carlos Macieira às 11h30 e a partir de então acompanhou o trabalho dos bombeiros de perto, assim como a retirada e a transferência dos pacientes.
Até ontem, não se sabia oficialmente o que teria provocado o incêndio no arquivo da farmácia do hospital.
Pouco depois das 12h, a SES emitiu nota à imprensa, na qual afirmou “lamentar o ocorrido” e “se solidarizar com os pacientes internados no Hospital Carlos Macieira”.
A Secretaria informou que tomou todas as providências “para proteger as vidas e resguardar os internos”.
O Carlos Macieira é o único hospital de alta complexidade de São Luís.
Até a noite de ontem, as causas do incêndio não tinham sido descobertas. Uma equipe de peritos do Instituto de Criminalística do Maranhão (Icrim-MA) esteve, à tarde, no hospital fazendo os primeiros levantamentos; eles irão voltar hoje ao Carlos Macieira para uma nova vistoria, após o término do rescaldo feito pelo Corpo de Bombeiros.
O Corpo de Bombeiros também irá fazer um laudo, que deve ser divulgado no prazo de 15 a 20 dias. As imagens do circuito interno de TV serão analisadas, a fim de descobrir se o incêndio foi acidental ou criminoso. Ontem, os bombeiros fizeram o escoramento da laje do andar onde houve o incêndio, devido a suspeita de desabamento.

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Homem é atingido por bala em festa e morre na hora

Do povoado Estrada Real, no município São Bento, na Baixada
maranhense, foi transferido para ser submetido a perícias no Instituto Médico Legal, na capital, o cadáver de João Ronaldo Jesus Lopes, 30 anos, vítima de crime de homicídio.

O fato aconteceu durante uma seresta da qual a vítima participava na companhia de alguns amigos. Em dado momento ocorreu uma briga envolvendo o seu amigo identificado apenas como Paulo. João Ronaldo interferiu tentando acalmar os ânimos e foi então atingido com um tiro, morrendo em seguida.

O delegado Sindonis Sousa Cruz, titular da Delegacia de Polícia de São Bento determinou investigações para identificar a autoria e instaurou inquérito para apurar responsabilidades do assassino.(DC)

Polícia de Cândido Mendes prende mulher conhecida como "Viúva Negra

Maria de Jesus Santos, de 54 anos, é suspeita de ter matado seis ex-maridos dela. Ela responde também pelo assassinato do seu genro no ano de 2010.


Maria de Jesus é conhecida como
Maria de Jesus é conhecida como "Viúva Negra", por ser suspeita de matar seis ex-maridos dela.
Policiais Civis das Delegacias de Cândido Mendes e Maracaçumé prenderam ao meio-dia da última sexta feira (10) no povoado Chega Tudo, município de Centro Novo do Maranhão, Maria de Jesus Santos, de 54 anos, conhecida como "viúva negra". Maria de Jesus é acusada de assassinar o genro, o lavrador Janes da Silva Marques, então com 20 anos. O crime aconteceu em agosto de 2010 no povoado Vai Quem Quer, município de Cândido Mendes.

O apelido de "Viúva Negra", foi dado pelas colegas de cela, quando Maria de Jesus foi presa em 2010 e deve-se ao fato de ela ser suspeita de ter matado seis ex-maridos dela.

Os casos ainda são investigados, que teve dificuldades de localizar testemunhas, porque, segundo a polícia, todas são moradoras de localidades distantes e apesar de parentes, quando vão depor se esquivam de dar informações que possam comprovar as suspeitas.

Na época da sua primeira prisão, a acusada chegou a confessar a morte do seu ex-marido Djalma dos Reis, com quem conviveu por 18 anos e teve nove filhos, morto há oito anos e de Raimundo de Paulo, com quem teve um relacionamento de um ano, morto em março de 2009.

O assassinato do genro

Na época da morte do genro, Janes da Silva Marques, Maria de Jesus chegou a ser presa em flagrante, mas depois foi liberada pela falta do exame cadavérico. “O crime ocorreu em uma localidade muito distante e de difícil acesso. Num primeiro momento a morte foi tida como natural, só ao amanhecer do dia seguinte à morte é que os parentes suspeitaram de envenenamento e nos acionaram. Quando chegamos ao local, o cadáver já tinha sido sepultado e assim o auto flagrancial não teve o exame cadavérico", informou o Delegado Raimundo Batalha.
O delegado informou ainda que, depois foi realizada a exumação do cadáver e o consequente exame cadavérico no qual se atestou a causa da morte por envenenamento. Nas vísceras da vítima foi encontrados o veneno de rato conhecido por chumbinho.

Em depoimento à polícia, a acusada afirmou que matou o genro por não ter gostado dele ter ameaçado bater no seu filho, neto dela. Por isso, no mesmo dia teve vontade de assassiná-lo e assim esperou o momento de servir o seu jantar para colocar o veneno de rato conhecido por “chumbinho” em sua comida. Horas depois a vítima começou a agonizar e morreu. Ela própria acionou os familiares da vítima para informar que ele estava passando mal.

Após ser liberada mediante Alvará de Soltura, a acusada foi procurada pela Justiça no endereço informado no processo mas não foi localizada. Descobriu-se que ela foi morar na zona rural do município de Bom Jardim, onde permaneceu até o mês de julho, quando conheceu Valdimiro da Conceição, um lavrador de 66 anos, com quem foi morar no povoado Chega Tudo, município de Centro Novo, local onde foi presa.

Ao ser presa, ela não ofereceu qualquer resistência, mas mostrou-se bastante nervosa, diferentemente da prisão anterior quando aparentava calma e frieza.

O atual marido de Maria de Jesus, Valdimiro da Conceição, se disse surpreso e revelou desconhecer as acusações contra a companheira e que ela nunca tinha lhe contado a respeito da prisão anterior. O casal estava criando dois netos dela, com idades de 3 a 4 anos. A presa se encontra presa na Delegacia de Cândido Mendes, à disposição da justiça

Palafita está sendo criada ao lado da Barragem do Bacanga

Há quase um ano, algumas famílias, oriundas do interior do estado, começaram a construir uma palafita ao lado da Barragem do Bacanga, na capital maranhense. Sem qualquer infraestrutura, três, dos cinco barracos que estão sendo levantados no local, já estão prontos há pelo menos oito meses.
As casas de madeira e compensado, cobertas de telhas de amianto, começam a se destacar nas imediações da barragem. A dona de casa Ana Lúcia Santos, de 39 anos, primeira moradora a habitar o local, explicou que é natural do município de Apicum-Açu, mas há alguns anos veio morar em São Luís. Ela disse que sempre viveu da incerteza da roça, mas ao ver os três filhos crescerem percebeu que estava na hora de mudar de vida. “Na roça, dependemos da chuva, do clima e de muitas coisas, é viver na incerteza. Meus filhos precisavam estudar e lá no interior é tudo muito precário, então decidi vir para São Luís e batalhar por eles”, disse.
Ana Lúcia contou que trabalhou como empregada doméstica, e recebia um salário mínimo por mês; porém, pagava um aluguel de R$ 200 em uma casa, situada no Bairro do Sá Viana, e pouco sobrava para as despesas de vestuário, alimentação e necessidades básicas, além das taxas de água e luz. Ela relatou que, com a perda do emprego, decidiu construir um barraco nas proximidades da barragem, onde fixou residência há oito meses, com os três filhos adolescentes. “Não vi outra saída, a não ser ocupar essa área para me abrigar com minha família. Outro dia, a Defesa Civil veio aqui só para saber como conseguimos construir o barraco e para informar que estamos em área de risco, mas é melhor estar aqui do que no meio da rua. O pessoal da Prefeitura também apareceu para saber se eu queria me cadastrar no aluguel social, eu disse sim, mas até hoje nunca fui chamada”, declarou.
A dona de casa contou que uma de suas vizinhas, que por sinal estava grávida, também é oriunda de Apicum-Açu, mas na manhã de ontem havia sido levada pelo marido para uma maternidade pública, devido às dores para dar à luz. O terceiro morador trata-se de um homem que reside sozinho e realiza ‘bicos’ de pedreiro, por isso só chega em casa à noite. Ambos teriam chegado à barragem há quase sete meses.
Ana Lúcia Santos disse que, além do perigo e da violência que o local oferece, vive em condições subumanas e sem higiene. “Na minha casa tem uma cama, algumas redes, um fogão, uma TV velha e uma geladeira, que ganhei de outras pessoas. Aqui, tudo é improvisado, inclusive o banheiro; por isso, fazemos nossas necessidades em sacolas plásticas e depois jogamos na maré. Vivemos pela misericórdia de Deus e pelos serviços temporários que aparecem vez ou outra”, relatou.
Ações de reassentamento de famílias do Programa Bacia do Bacanga
A Secretaria Municipal de Projetos Especiais (Sempe) informou que o Programa Bacia do Bacanga, no desenvolvimento de suas atividades visando à melhoria da qualidade de vida dos moradores dessa região, apresenta alternativas pertinentes e necessárias para o cumprimento dos objetivos de reassentamento de populações em situações de riscos críticas, a exemplo das famílias situadas em espaços sujeitos alagamentos constantes no Sá Viana, Jambeiro, Piancó e adjacências (Margem Esquerda da Bacia do Bacanga), bem como Coroadinho, Salinas do Sacavém e áreas vizinhas (Margem Direita da Bacia do Bacanga).
Entre o segundo semestre de 2010 e o primeiro semestre de 2012 foram desenvolvidos mais de 1.100 cadastros socioeconômicos e diagnósticos de situações imobiliárias, fundiárias e habitacionais de residências e estabelecimentos comerciais de pequeno porte situados em ambientes propícios permanentemente a inundações. Esse levantamento possibilitou à Prefeitura Municipal de São Luís planejar diversas intervenções conjugadas, como execução de canais de drenagem, estabelecimento de sistema de esgotamento sanitário e construção de conjuntos habitacionais.
As áreas mais críticas, situadas na Margem Esquerda da Bacia do Bacanga, perfazem um total de 600 imóveis com necessidade de reassentamento, considerando que estão situados em áreas de preservação permanente (APP), o que é configurado como uma restrição ambiental para a ocupação humana. Já na Margem Direita, são aproximadamente 70 imóveis em risco de alagamentos que passarão por intervenções diretas para melhoria de sistema de drenagem do Canal do Rio das Bicas e, por isso, as famílias passarão por estratégias negociadas de relocação.
Preocupada com a situação de necessidades de reassentamentos populacionais, a Prefeitura Municipal de São Luís, por meio da Secretaria Municipal de Projetos Especiais (Sempe), Secretaria Municipal de Urbanismo e Habitação (Semurh) e Secretaria Municipal de Planejamento (Seplan), desenvolveu estratégias integradas com políticas públicas de habitação específicas para ambas as margens da Bacia do Bacanga. Estas, por seu turno, já estão com recursos assegurados junto ao Bird, para a construção de 57 unidades habitacionais, distribuídas em três lotes no Salinas do Sacavém