O combate aos crimes relacionados à poluição sonora, ao tráfico de drogas e consumo de bebidas alcoólicas por menores serão o foco dos trabalhos do Programa Polícia Civil nas Ruas, desenvolvido pela Secretaria de Estado de Segurança Pública (SSP), por meio da Superintendência de Polícia Civil da Capital (SPCC). O programa, que retomou as atividades desde o início de mês, continuará realizando rondas em bares, restaurantes e casas de show. Neste fim de semana, a operação dará atenção especial aos pontos de festas pré-carnavalescas. O intuito é verificar o cumprimento da Lei do Silêncio em diversos pontos e locais na Região Metropolitana.
“Neste fim de semana, por conta do período pré-carnavalesco, estaremos atentos também ao volume do som em bares e casas de show, principalmente nos locais onde existem blocos tradicionais. Não vamos permitir que excessos sejam cometidos”, declarou a superintendente de Polícia Civil da Capital em exercício, delegada Edilúcia Trindade.
Durante as noites de sexta-feira (21) e sábado (22), as equipes continuarão percorrendo as ruas seguindo o plano estratégico montado segundo as denúncias que chegam à delegacia de Costumes e Diversões Públicas (DCDP). Já no domingo (22), os trabalhos serão concentrados também na Península da Ponta d’Areia. “Na região da Ponta d’Areia recebemos muitas denúncias. No local, um bloco reúne muitas pessoas e com isso além do som da banda, alguns motoristas ainda abrem as malas de seus veículos e deixam o som em um volume alto”, ressaltou.
Os trabalhos serão realizados pelas equipes de policiais civis da SPCC, dos distritos policiais da capital e de peritos criminais da Superintendência de Polícia Técnica-Científica (SPTC) e, ainda, com o apoio da Polícia Militar e da Secretaria Municipal de Trânsito e Transportes (SMTT). As denúncias podem ser feitas pelos telefones da Delegacia de Costumes (3214 8652/3214 8653) e do Disque Denúncia (3223 5800) e, ainda, pelo telefone 190 do Centro Integrado de Operações de Segurança (Ciops).
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sexta-feira, 20 de janeiro de 2012
Mulher assume não estar grávida de quadrigêmeos
Uma coletiva realizada hoje à tarde em Taubaté, interior de São Paulo, esclareceu que a professora Maria Verônica Aparecida César Santos não estava grávida. Para enganar até mesmo o marido ela usou uma barriga de silicone com enchimento de tecido.
O desfecho da dúvida se havia ou não a gravidez aconteceu nesta madrugada. A mulher teria passado mal e familiares se mobilizaram para levá-la ao hospital. Ela recusou atendimento médico e teria assumido a farsa.
O advogado Marcos Antonio Leite recebeu a informação por volta de 3h da manhã. Segundo ele, o marido, Kléber Eduardo Melo Vieira, entrou em estado de choque e teria chorado compulsivamente no momento em que viu que a barriga tinha apenas pedaços de tecidos e silicone. Ao se deparar com a cena da falsa gravidez, o então advogado teria pedido ajuda ao colega, Enilson de Castro, que agora cuida do caso. "Nem o marido a tocava, ela dizia que estava com estrias e o marido acreditou na gravidez", comentou Castro, que não quis revelar o real motivo da mulher em fantasiar uma gravidez, alegando a necessidade de uma conversa mais aprofundada com a cliente, já que teria assumido o caso às pressas, ainda na madrugada. Entretanto, não descarta a possibilidade de alegar problemas mentais na linha de defesa de Maria Verônica.
Uma provável justificativa para a farsa, não confirmada nem desmentida pelo advogado, seria a falta de atenção da família, já que o casal estava há cerca de 5 anos sem contato com os familiares que não aceitavam o relacionamento dela com o marido. "Ela se mostrou bastante arrependida", disse o advogado.
Mesmo afirmando não conhecer a barriga e não desconfiar da esposa, o marido da falsa grávida pediu afastamento do trabalho para cuidar da família. De acordo com Castro, o pedido de licença médica por estresse foi aprovado pelo serviço médico da empresa em que trabalha.
Com a maior dúvida respondida, se a mulher estaria grávida, agora a polícia deverá ouvir outros familiares. De acordo com o delegado responsável pelo caso, Ivahir Freitas Garcia Filho, presente na coletiva, a mulher deverá prestar esclarecimentos na próxima semana e poderá ser ouvida em domicílio, a pedido da defesa que busca preservá-la do assédio das pessoas. A pena por falsidade ideológica e uma eventual vantagem sobre as doações recebidas podem levar a professora de um a quatro anos de reclusão. "Ela se perdeu no caminho e não achou meios para se encontrar", comentou o delegado. "Pelas pessoas que conversamos tudo levava a crer numa farsa. Tínhamos quase certeza que ela não estaria grávida", declarou.
Segundo o advogado que agora defende a falsa grávida, "ela se prontificou a devolver as doações". Caso algum doador recuse a devolução, ela prometeu fazer doações. Maria Verônica teria uma consulta psiquiátrica nesta tarde.
O desfecho da dúvida se havia ou não a gravidez aconteceu nesta madrugada. A mulher teria passado mal e familiares se mobilizaram para levá-la ao hospital. Ela recusou atendimento médico e teria assumido a farsa.
O advogado Marcos Antonio Leite recebeu a informação por volta de 3h da manhã. Segundo ele, o marido, Kléber Eduardo Melo Vieira, entrou em estado de choque e teria chorado compulsivamente no momento em que viu que a barriga tinha apenas pedaços de tecidos e silicone. Ao se deparar com a cena da falsa gravidez, o então advogado teria pedido ajuda ao colega, Enilson de Castro, que agora cuida do caso. "Nem o marido a tocava, ela dizia que estava com estrias e o marido acreditou na gravidez", comentou Castro, que não quis revelar o real motivo da mulher em fantasiar uma gravidez, alegando a necessidade de uma conversa mais aprofundada com a cliente, já que teria assumido o caso às pressas, ainda na madrugada. Entretanto, não descarta a possibilidade de alegar problemas mentais na linha de defesa de Maria Verônica.
Uma provável justificativa para a farsa, não confirmada nem desmentida pelo advogado, seria a falta de atenção da família, já que o casal estava há cerca de 5 anos sem contato com os familiares que não aceitavam o relacionamento dela com o marido. "Ela se mostrou bastante arrependida", disse o advogado.
Mesmo afirmando não conhecer a barriga e não desconfiar da esposa, o marido da falsa grávida pediu afastamento do trabalho para cuidar da família. De acordo com Castro, o pedido de licença médica por estresse foi aprovado pelo serviço médico da empresa em que trabalha.
Com a maior dúvida respondida, se a mulher estaria grávida, agora a polícia deverá ouvir outros familiares. De acordo com o delegado responsável pelo caso, Ivahir Freitas Garcia Filho, presente na coletiva, a mulher deverá prestar esclarecimentos na próxima semana e poderá ser ouvida em domicílio, a pedido da defesa que busca preservá-la do assédio das pessoas. A pena por falsidade ideológica e uma eventual vantagem sobre as doações recebidas podem levar a professora de um a quatro anos de reclusão. "Ela se perdeu no caminho e não achou meios para se encontrar", comentou o delegado. "Pelas pessoas que conversamos tudo levava a crer numa farsa. Tínhamos quase certeza que ela não estaria grávida", declarou.
Segundo o advogado que agora defende a falsa grávida, "ela se prontificou a devolver as doações". Caso algum doador recuse a devolução, ela prometeu fazer doações. Maria Verônica teria uma consulta psiquiátrica nesta tarde.
Ex-policial civil é preso suspeito de envolvimento em roubo de joias
Uma equipe de investigadores da Superintendência Estadual de Investigações Criminais (Seic) prendeu o ex-policial civil Leonard Lopes da Silva, de 35 anos, acusado de ser o autor intelectual do roubo a um vendedor de joias, ocorrido na última sexta-feira (13), no Bairro da Cidade Operária. Dois policiais militares do 9° Batalhão também são suspeitos de participarem diretamente do crime, fazendo a abordagem à vítima.
A polícia chegou até o ex-policial por meio da própria vítima, Leonardo Bruno Silva Rodrigues, de 30 anos, que denunciou a prática do crime. O vendedor de joias relatou à Seic que no dia do roubo, cometido por cerca de três homens, todos armados com revólver e pistola, ele havia sido chamado para ir à casa de Leonard, pois este estaria interessado em comprar joias caras.

Após a denúncia da vítima, os policiais da Seic deram início às investigações, e no sábado fizeram a detenção de César Júnior de Sousa, de 33 anos, proprietário do veículo que teria sido usado no dia do roubo. De acordo com o superintendente da Seic, delegado Augusto Barros, César foi ouvido e depois liberado, mas como havia fortes evidências de ele ter participado do crime, foi solicitada a prisão preventiva do suspeito. Sendo que, no domingo (14), César foi preso em virtude do mandado de prisão. Com o suspeito, a polícia recuperou uma parte da mercadoria roubada, que estava escondida na casa dele.
O delegado Augusto Barros também solicitou a prisão do ex-policial, que foi concedida somente nesta semana, tendo ele sido capturado na quarta-feira (18). Com Leonard, foi localizada outra parte da mercadoria. As joias recuperadas são avaliadas em cerca de R$ 150 mil. Os suspeitos estão presos em uma unidade do Sistema Prisional da Capital, mas o superintendente não quis informar em qual, para garantir a segurança dos custodiados.
Mais dois PMs bandidos – Durante as investigações, a polícia descobriu o envolvimento de dois policiais militares, cabo Wellington de Jesus Costa e soldado Talles Enésio Campos Almeida, ambos lotados no 9° Batalhão de Polícia Militar, localizado na Vila Palmeira. De acordo com Augusto Barros, os dois tiveram suas prisões preventivas decretadas e, como não foram localizados, são considerados foragidos; além de contra eles existirem medidas disciplinares na Polícia Militar.
Segundo o superintendente, o cabo Wellington estava de escala para trabalho ontem, mas não compareceu. E que o soldado Talles Enésio deverá comparecer ao posto de trabalho hoje (20). “Caso eles não apareceram podem ser desertados, no período de oito dias”, informou.
O caso continua sendo investigado, e mais dois homens estão sendo procurados; eles foram identificados como Neto e Othon. A polícia não descarta a participação de outros policiais militares no crime.
César Junior e Leonard Lopes vão responder pelos crimes de formação de quadrilha armada e roubo a mão armada. As armas usadas no crime não foram apreendidas. Leonard Lopes foi expulso da polícia em 2007, após disparar um tiro na cabeça de um preso identificado apenas como “Pingo”, na Cidade Operária.
A polícia chegou até o ex-policial por meio da própria vítima, Leonardo Bruno Silva Rodrigues, de 30 anos, que denunciou a prática do crime. O vendedor de joias relatou à Seic que no dia do roubo, cometido por cerca de três homens, todos armados com revólver e pistola, ele havia sido chamado para ir à casa de Leonard, pois este estaria interessado em comprar joias caras.
Foto: Reprodução
O ex-policial Leonard foi o mentor do plano e o soldado Talles, que está foragido, um dos executores
Antes de sair da residência do ex-policial, como contou Leonardo Bruno, Leornard teria recebido vários telefonemas no qual ele se comunicava dizendo que chegaria ao local em dez minutos, o que poderia ser um código para avisar aos demais quando a vítima iria sair. Leonardo foi assaltado assim que saiu da casa do acusado, tendo sido levada uma quantidade de joias avaliadas em cerca de R$ 500 mil. Em seguida, os assaltantes fugiram em um veículo Fiesta branco, e em uma motocicleta.Após a denúncia da vítima, os policiais da Seic deram início às investigações, e no sábado fizeram a detenção de César Júnior de Sousa, de 33 anos, proprietário do veículo que teria sido usado no dia do roubo. De acordo com o superintendente da Seic, delegado Augusto Barros, César foi ouvido e depois liberado, mas como havia fortes evidências de ele ter participado do crime, foi solicitada a prisão preventiva do suspeito. Sendo que, no domingo (14), César foi preso em virtude do mandado de prisão. Com o suspeito, a polícia recuperou uma parte da mercadoria roubada, que estava escondida na casa dele.
O delegado Augusto Barros também solicitou a prisão do ex-policial, que foi concedida somente nesta semana, tendo ele sido capturado na quarta-feira (18). Com Leonard, foi localizada outra parte da mercadoria. As joias recuperadas são avaliadas em cerca de R$ 150 mil. Os suspeitos estão presos em uma unidade do Sistema Prisional da Capital, mas o superintendente não quis informar em qual, para garantir a segurança dos custodiados.
Mais dois PMs bandidos – Durante as investigações, a polícia descobriu o envolvimento de dois policiais militares, cabo Wellington de Jesus Costa e soldado Talles Enésio Campos Almeida, ambos lotados no 9° Batalhão de Polícia Militar, localizado na Vila Palmeira. De acordo com Augusto Barros, os dois tiveram suas prisões preventivas decretadas e, como não foram localizados, são considerados foragidos; além de contra eles existirem medidas disciplinares na Polícia Militar.
Segundo o superintendente, o cabo Wellington estava de escala para trabalho ontem, mas não compareceu. E que o soldado Talles Enésio deverá comparecer ao posto de trabalho hoje (20). “Caso eles não apareceram podem ser desertados, no período de oito dias”, informou.
O caso continua sendo investigado, e mais dois homens estão sendo procurados; eles foram identificados como Neto e Othon. A polícia não descarta a participação de outros policiais militares no crime.
César Junior e Leonard Lopes vão responder pelos crimes de formação de quadrilha armada e roubo a mão armada. As armas usadas no crime não foram apreendidas. Leonard Lopes foi expulso da polícia em 2007, após disparar um tiro na cabeça de um preso identificado apenas como “Pingo”, na Cidade Operária.
''Chuva em São Luís só em fevereiro'', alertam meteorologistas
A média de chuva esperada é de 373 milímetros. Abril deve registrar o maior volume de chuvas.
SÃO LUÍS - Na segunda-feira, dia 16, os pluviômetros do Núcleo de Meteorologia da Universidade Estadual do Maranhão (Uema) registraram um volume de chuvas de 25 milímetros. Apesar da intensidade das precipitações que atingiram São Luís, ainda não se iniciou de fato o período chuvoso na capital, o que vai acontecer somente em fevereiro, se estendendo até maio.
De acordo com a meteorologista Andrea Cerqueira, as chuvas que estão atingindo a cidade são causadas pelo chamado período de transição entre a estação seca para a chuvosa. Ela explicou também que nessa fase é comum que haja dias com muita chuva e outros ensolarados, como foi registrado nos últimos dias.
"Climatologicamente falando, esse é um período que chamamos de período de transição da estação seca para a chuvosa. Nessa fase, é perfeitamente normal que em alguns dias chova muito, outros sejam nublados e outros, ensolarados", explicou a meteorologista.
Os dados do Núcleo de Meteorologia mostram que a média de chuvas para este mês é de 244,2 milímetros. Em janeiro do ano passado, choveu 465,4 milímetros, 90,6% a mais do que era esperado para o mês.
Chuvas
O período chuvoso em São Luís vai começar apenas em fevereiro e a média de chuva esperada é de 373 milímetros. O mês que deve registrar o maior volume de chuvas é abril - são esperados aproximadamente 475,9 milímetros de chuva.
A previsão do Núcleo de Meteorologia da Uema é de que, durante o período chuvoso na cidade, chova o equivalente a 1.593,4 milíme-tros - 373 milímetros em fevereiro, 428 em março, 475,9 em abril e 316,5 em maio. No ano passado, durante esses quatro meses, choveu o equivalente a 1.536 milímetros, abaixo do que era esperado para o período.
Os meses de junho e julho também são considerados períodos de transição, mas da estação chuvosa para a seca. Nesse período, as chuvas começam a se tornar mais escassas e as temperaturas começam a se elevar. De agosto a dezembro, meses que caracterizam a estação seca na cidade, a temperatura em São Luís pode se elevar até os 35°C, em virtude da diminuição considerável do índice pluviométrico na cidade.
Volume de chuva esperado para este ano
Janeiro: 244,2mm (período de transição: estação seca para a chuvosa)
Fevereiro: 373mm (período chuvoso)
Março: 428mm (período chuvoso)
Abril: 475,9mm (período chuvoso)
Maio: 316,5mm (período chuvoso)
Junho: 173,3mm (período de transição: estação chuvosa para a seca)
Julho: 131,1mm (período de transição: estação chuvosa para a seca)
Agosto: 29,4mm(estação seca)
Setembro: 23,3mm (estação seca)
Outubro: 7,6mm (estação seca)
Novembro: 10,5mm (estação seca)
Dezembro: 77,4mm (período de transição: estação seca para a chuvosa
SÃO LUÍS - Na segunda-feira, dia 16, os pluviômetros do Núcleo de Meteorologia da Universidade Estadual do Maranhão (Uema) registraram um volume de chuvas de 25 milímetros. Apesar da intensidade das precipitações que atingiram São Luís, ainda não se iniciou de fato o período chuvoso na capital, o que vai acontecer somente em fevereiro, se estendendo até maio.
De acordo com a meteorologista Andrea Cerqueira, as chuvas que estão atingindo a cidade são causadas pelo chamado período de transição entre a estação seca para a chuvosa. Ela explicou também que nessa fase é comum que haja dias com muita chuva e outros ensolarados, como foi registrado nos últimos dias.
"Climatologicamente falando, esse é um período que chamamos de período de transição da estação seca para a chuvosa. Nessa fase, é perfeitamente normal que em alguns dias chova muito, outros sejam nublados e outros, ensolarados", explicou a meteorologista.
Os dados do Núcleo de Meteorologia mostram que a média de chuvas para este mês é de 244,2 milímetros. Em janeiro do ano passado, choveu 465,4 milímetros, 90,6% a mais do que era esperado para o mês.
Chuvas
O período chuvoso em São Luís vai começar apenas em fevereiro e a média de chuva esperada é de 373 milímetros. O mês que deve registrar o maior volume de chuvas é abril - são esperados aproximadamente 475,9 milímetros de chuva.
A previsão do Núcleo de Meteorologia da Uema é de que, durante o período chuvoso na cidade, chova o equivalente a 1.593,4 milíme-tros - 373 milímetros em fevereiro, 428 em março, 475,9 em abril e 316,5 em maio. No ano passado, durante esses quatro meses, choveu o equivalente a 1.536 milímetros, abaixo do que era esperado para o período.
Os meses de junho e julho também são considerados períodos de transição, mas da estação chuvosa para a seca. Nesse período, as chuvas começam a se tornar mais escassas e as temperaturas começam a se elevar. De agosto a dezembro, meses que caracterizam a estação seca na cidade, a temperatura em São Luís pode se elevar até os 35°C, em virtude da diminuição considerável do índice pluviométrico na cidade.
Volume de chuva esperado para este ano
Janeiro: 244,2mm (período de transição: estação seca para a chuvosa)
Fevereiro: 373mm (período chuvoso)
Março: 428mm (período chuvoso)
Abril: 475,9mm (período chuvoso)
Maio: 316,5mm (período chuvoso)
Junho: 173,3mm (período de transição: estação chuvosa para a seca)
Julho: 131,1mm (período de transição: estação chuvosa para a seca)
Agosto: 29,4mm(estação seca)
Setembro: 23,3mm (estação seca)
Outubro: 7,6mm (estação seca)
Novembro: 10,5mm (estação seca)
Dezembro: 77,4mm (período de transição: estação seca para a chuvosa
Cemar lamenta, em nota, acidente no Parque dos Nobres
Companhia já iniciou trabalhos de investigação para identificar as causas do acidente.
SÃO LUÍS – A Companhia Energética do Maranhão (Cemar) lamentou, em nota divulgada à imprensa nesta sexta-feira (20), o acidente ocorrido na noite dessa quinta-feira (19), que teve como vítimas Elton Ferreira da Silva e Vitorio Araujo Pereira. A companhia informa, ainda, que "já iniciou os trabalhos de investigação para identificar as causas que levaram ao rompimento do cabo de energia elétrica na avenida dos Nobres, no bairro Parque dos Nobres. Tão logo sejam esclarecidas as circunstâncias do acidente, a Cemar adotará as medidas adequadas, sem se furtar, de qualquer maneira, às responsabilidades que eventualmente possam decorrer deste fato".
A Cemar orienta as pessoas a não se aproximarem de fios e cabos partidos ou caídos e a não tocarem em pessoas ou objetos que estejam em contato com a rede elétrica. Por fim, a Cemar informa que em casos como esse, a central telefônica 116 deve ser avisada imediatamente com informações sobre o local e ponto de referência, para de que sejam tomadas as providências necessárias.
SÃO LUÍS – A Companhia Energética do Maranhão (Cemar) lamentou, em nota divulgada à imprensa nesta sexta-feira (20), o acidente ocorrido na noite dessa quinta-feira (19), que teve como vítimas Elton Ferreira da Silva e Vitorio Araujo Pereira. A companhia informa, ainda, que "já iniciou os trabalhos de investigação para identificar as causas que levaram ao rompimento do cabo de energia elétrica na avenida dos Nobres, no bairro Parque dos Nobres. Tão logo sejam esclarecidas as circunstâncias do acidente, a Cemar adotará as medidas adequadas, sem se furtar, de qualquer maneira, às responsabilidades que eventualmente possam decorrer deste fato".
A Cemar orienta as pessoas a não se aproximarem de fios e cabos partidos ou caídos e a não tocarem em pessoas ou objetos que estejam em contato com a rede elétrica. Por fim, a Cemar informa que em casos como esse, a central telefônica 116 deve ser avisada imediatamente com informações sobre o local e ponto de referência, para de que sejam tomadas as providências necessárias.
Ouvidoria da SSP já registrou catorze denúncias contra policiais
Segundo as estatísticas, as reclamações sobre violência policial têm aumentado nos últimos anos.
SÃO LUÍS - Nesses primeiros vinte dias de 2012, catorze denúncias de má conduta de policiais já foram feitas à Ouvidoria da Secretaria de Segurança Pública. Segundo as estatísticas, as reclamações sobre violência policial têm aumentado nos últimos anos.
Em dois casos mostrados ontem (19) em reportagens do JMTV-2ª Edição, há policiais denunciados por agressão e até assalto a mão armada. Assista à reportagem de Carla Ribeiro, da TV Mirante.
Segundo dados da Ouvidoria de Segurança Pública, 55% das denúncias se referem a ações de policiais militares e 32%, de policiais civis.
A ouvidoria recebe denúncias, elogios e consultas de informações sobre as instituições de segurança. Os contatos podem ser feitos pelos telefones 3217-4077 e 3217-4078 e também no blog wwww.ouvidoriama.blogspot.com.
SÃO LUÍS - Nesses primeiros vinte dias de 2012, catorze denúncias de má conduta de policiais já foram feitas à Ouvidoria da Secretaria de Segurança Pública. Segundo as estatísticas, as reclamações sobre violência policial têm aumentado nos últimos anos.
Em dois casos mostrados ontem (19) em reportagens do JMTV-2ª Edição, há policiais denunciados por agressão e até assalto a mão armada. Assista à reportagem de Carla Ribeiro, da TV Mirante.
Segundo dados da Ouvidoria de Segurança Pública, 55% das denúncias se referem a ações de policiais militares e 32%, de policiais civis.
A ouvidoria recebe denúncias, elogios e consultas de informações sobre as instituições de segurança. Os contatos podem ser feitos pelos telefones 3217-4077 e 3217-4078 e também no blog wwww.ouvidoriama.blogspot.com.
BR-135 terá nova sinalização a partir de segunda-feira
A falta de sinalização contribui para o grande número de acidentes na rodovia.
SÃO LUÍS - O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) deve iniciar na segunda-feira, em caráter emergencial, a colocação de placas de sinalização na BR-135, em São Luís, onde a situação é precária.
Aliada à imprudência dos condutores, a falta de sinalização contribui para o grande número de acidentes na rodovia. Assista à reportagem de Douglas Pinto, da TV Mirante.
SÃO LUÍS - O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) deve iniciar na segunda-feira, em caráter emergencial, a colocação de placas de sinalização na BR-135, em São Luís, onde a situação é precária.
Aliada à imprudência dos condutores, a falta de sinalização contribui para o grande número de acidentes na rodovia. Assista à reportagem de Douglas Pinto, da TV Mirante.
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